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    Mya-Lecia Naylor, atriz de 'A Viagem' e 'Almost Never', morre aos 16 anos

    Mya-Lecia Naylor, atriz de 'A Viagem' e 'Almost Never', morre aos 16 anos


    A causa da morte ainda não foi revelada. Segundo a agência A&J Management, que gerenciava a carreira dela, a atriz morreu após desmaiar subitamente. Atriz Mya-Lecia Naylor morre aos 16 anos Reprodução/Instagram A atriz britânica Mya-Lecia...


    A causa da morte ainda não foi revelada. Segundo a agência A&J Management, que gerenciava a carreira dela, a atriz morreu após desmaiar subitamente. Atriz Mya-Lecia Naylor morre aos 16 anos Reprodução/Instagram A atriz britânica Mya-Lecia Naylor morreu aos 16 anos no último dia 7. A informação só foi divulgada nesta quarta (17). A causa da morte ainda não foi revelada. Segundo a agência A&J Management, que gerenciava a carreira dela, a atriz morreu após desmaiar subitamente. Em pronunciamento, agência lamentou. "É com o mais profundo pesar que temos que anunciar que no domingo, 7 de abril, Mya-Lecia Naylor, infelizmente, morreu. Mya-Lecia foi muito talentosa e uma grande parte da A & J, vamos sentir muita falta dela. Nosso amor e pensamento estão com toda sua família e amigos neste momento difícil." Mya-Lecia Naylor participou de duas séries infantis da BBC: "Almost never", sobre uma boyband rival de um girlband; e "Millie Inbetween", sobre duas irmãs que enfrentam o divórcio dos pais. A atriz também participou do filme "A Viagem" (2012), ao lado de Tom Hanks, Halle Berry e Hugh Grant; "Code Red" e "Index Zero". Além de ser atriz, Mya era youtuber de moda e beleza.
    Chico César grava o 12º álbum da carreira em estúdio de São Paulo

    Chico César grava o 12º álbum da carreira em estúdio de São Paulo


    Chico César está em estúdio, materializando o estado de poesia em forma de música. Inspirado compositor projetado em meados da década de 1990 que tem mantido o pique criativo ao longo de quase 25 anos de carreira fonográfica impulsionada a...


    Chico César está em estúdio, materializando o estado de poesia em forma de música. Inspirado compositor projetado em meados da década de 1990 que tem mantido o pique criativo ao longo de quase 25 anos de carreira fonográfica impulsionada a partir do álbum Aos vivos (1995), Chico começou a gravar na primeira quinzena deste mês de abril o primeiro álbum de músicas inéditas desde Estado de poesia (2015), estupendo disco lançado há quatro anos. As gravações estão sendo feitas no estúdio Gargolândia, situado em Alambari (SP). Trata-se do 12º álbum do artista. Chico – vale lembrar – abriu recentemente parceria com César Lacerda. A música Até caber ou acabar foi criada com letra de Chico e melodia de Lacerda. Editoria de Arte / G1
    'Um de vocês é um diabo'

    'Um de vocês é um diabo'


    Livro-reportagem reconstitui o histórico surto de feitiçaria em Salem, em 1692 'As bruxas' Divulgação O ano de 1692 ficou marcado, na História norte-americana, como aquele em que se promoveu, literalmente, a mais terrível caça às bruxas. O...


    Livro-reportagem reconstitui o histórico surto de feitiçaria em Salem, em 1692 'As bruxas' Divulgação O ano de 1692 ficou marcado, na História norte-americana, como aquele em que se promoveu, literalmente, a mais terrível caça às bruxas. O episódio do surto de feitiçaria em Salem, aldeia puritana na baía de Massachussets, na Nova Inglaterra, com pouco mais de mil habitantes, já rendeu diversas obras, destacando-se o clássico romance de Nathaniel Hawtorne “A casa das sete torres” (1851) e a peça teatral de Arthur Miller “The Crucible” (1953), mas não se tinha notícia de uma reconstituição rigorosa do que realmente aconteceu. O desafio foi enfrentado pela historiadora Stacy Schiff, autora do best-seller “Cleópatra” e vencedora do Prêmio Pulitzer, em “As bruxas – Intriga, traição e histeria em Salem” (Zahar, 324 pgs. R$ 89,90). A primeira manifestação de bruxaria aconteceu em janeiro daquele ano, com duas meninas enfeitiçadas rosnando e dando gritos horrendos. Após um bizarro processo judicial, o primeiro enforcamento se deu em junho. Até setembro, de um total de 400 acusados, com idade que variava dos 5 aos 80 anos, foram enforcadas 14 mulheres, cinco homens e até mesmo dois cachorros – todos acusados de pacto com o demônio. Vale lembrar que, no código legal fixado pelos colonos puritanos, a bruxaria aparecia como crime capital mais grave que o assassinato. Mas a história não terminou aí: diante dos sinais de que as sentenças se basearam em testemunhos mentirosos e confissões obtidas na base da ameaça e coerção, os juízes e toda a comunidade sobrevivente de Salem tiveram que conviver com a culpa pelo resto de suas vidas. O silêncio envergonhado que se seguiu ao episódio deixou claro que o objetivo dos julgamentos não tinha sido investigar a verdade das acusações, mas estabelecer a culpa dos suspeitos. O processo de superação dessa “suja mancha na nossa História” foi longo: as primeiras vítimas das execuções foram inocentadas e reabilitadas judicialmente em 1710; as últimas, somente em 2001. Leia aqui um trecho de “As bruxas – Intriga, traição e histeria em Salem”. Stacy Schift fez algumas opções curiosas na reconstituição do caso. Em vez de condenar, com os olhos do presente, o surto de irracionalidade que tomou conta da aldeia, ela tenta fazer o registro dos acontecimentos tais como eram percebidos com os olhos da época – quando não se duvidava da realidade da bruxaria, como não se duvidava da verdade da Bíblia. É uma estratégia narrativa eficiente, pois mergulha o leitor no cotidiano de terror e medo em que viviam os colonos: era um mundo no qual um pastor podia gritar para seus paroquianos “Um de vocês é o diabo!”, e no qual, basicamente, só havia três opções: acusar, confessar ou ser acusado e preso, possivelmente enforcado. “As bruxas” ganha, assim, contornos de um suspense forense, de um thriller psicológico opressivo. Somente nas páginas finais do livro a autora intervém como intérprete dos acontecimentos, analisando as diferentes teorias já formuladas para explicar o fenômeno de Salem: “tensões geracionais sexuais, econômicas, eclesiásticas e de classe; hostilidades regionais importadas da Inglaterra; envenenamento alimentar; histeria adolescente; fraude, impostos, conspiração; trauma de ataques indígenas”. Felizmente, Stacy evita a armadilha de tratar o tema como metáfora lacradora para acontecimentos do presente: não se vê, por exemplo, nenhuma referência a Donald Trump nem ao retrocesso a tempos sombrios no qual supostamente vivemos, nem a obscurantismo religioso que, na cabeça de alguns, está mandando pessoas para a forca. Se existe alguma atualidade no tema de “As Bruxas”, ela não reside em qualquer imagem de opressão e resistência (como na alusão ao macarthismo, na peça de Arthur Miller), mas no perigo da convicção absoluta de estar do lado do bem. Essa convicção leva pessoas normais a se aliarem na perseguição e no esfolamento de inocentes, com vizinhos acusando vizinhos, maridos acusando esposas, filhos acusando pais. A atmosfera crescentemente claustrofóbica em Salem gerou um denuncismo desvairado e um surto coletivo que seguramente guardam paralelo com o que acontece em certos meios, no Brasil de hoje. No final das contas, a mensagem que fica é que, venha de onde venha, é preciso evitar a histeria de massa, porque, uma vez instalada, é difícil escapar dela. Luciano Trigo Arte G1
    Bradley Welsh, ator de 'Trainspotting 2', é morto após ser baleado na Escócia

    Bradley Welsh, ator de 'Trainspotting 2', é morto após ser baleado na Escócia


    Welsh interpretou um chefe de gangue na sequência de "Trainspotting" em 2017. Segundo a polícia de Edimburgo, 'morte está sendo tratada como suspeita'. Ator Bradley Welsh Reprodução Bradley Welsh, ator de "Trainspotting 2", morreu aos 42 anos...


    Welsh interpretou um chefe de gangue na sequência de "Trainspotting" em 2017. Segundo a polícia de Edimburgo, 'morte está sendo tratada como suspeita'. Ator Bradley Welsh Reprodução Bradley Welsh, ator de "Trainspotting 2", morreu aos 42 anos após ser baleado em Edimburgo, capital da Escócia, nesta quarta-feira (17). A polícia chegou à rua em que ele estava ferido por volta das 20h. O ator morreu no local. De acordo com uma postagem na página oficial da Divisão de Polícia de Edimburgo no Facebook, "a morte está sendo tratada como suspeita e as investigações continuam". Clássico dos anos 90, longa 'Trainspotting' ganha continuação 20 anos depois "Os oficiais continuarão a fornecer uma presença de alta visibilidade na área para se envolver com o público, oferecer tranquilidade e coletar informações que possam ajudar nessa investigação". A polícia pede, ainda, que qualquer pessoa que tenha alguma "informação relevante" entre em contato. Polícia isola área onde ator Bradley Welsh morreu, na Escócia ASSOCIATED PRESS Welsh interpretou o chefe de gangue Doyle na sequência de "Trainspotting" em 2017. Além disso, participou de três documentários: "The Boxer from Somewhere Else" (2012), "Danny Dyer Deadliest Men" (2008) e "Football Hooligans International" (2007). Antes de atuar, Welsh seguiu carreira de boxeador e foi campeão na categoria leve na Associação de Boxe Amador da Inglaterra em 1993, quando tinha 17 anos.
    Sindicato de roteiristas dos EUA processa as 4 maiores agências de talento do país

    Sindicato de roteiristas dos EUA processa as 4 maiores agências de talento do país


    Processo acusa agências de praticarem concorrência injusta. As quatro recebem mais de 80% das taxas pagas por estúdios e redes de Hollywood. Hollywood TV Globo Uma disputa de longa data entre o sindicato de roteiristas norte-americanos Writers...


    Processo acusa agências de praticarem concorrência injusta. As quatro recebem mais de 80% das taxas pagas por estúdios e redes de Hollywood. Hollywood TV Globo Uma disputa de longa data entre o sindicato de roteiristas norte-americanos Writers Guild of America (WGA) e a Associação de Agências de Talento (ATA) chegou ao ápice nesta quarta-feira (17), com o WGA dizendo que entrou com um processo contra as quatro maiores agências de talento dos EUA. O WGA e oito roteiristas, incluindo o criador da série "The Wire", David Simon, apresentaram o processo contra as agências Creative Artists Agency, ICM Partners, William Morris Endeavor e United Talent Agency na corte superior de Los Angeles. O processo argumenta que as agências praticaram concorrência injusta através do processo de "empacotamento de taxas", na qual um agente é pago diretamente pelo estúdio que contrata o cliente, em vez de receber uma comissão de 10% do próprio cliente. As quatro agências mencionadas no processo recebem mais de 80% das taxas pagas por estúdios e redes de Hollywood, de acordo com o WGA. O WGA e a ATA estavam discutindo um novo código de conduta que substituiria um documento criado 43 anos atrás. Quando os dois grupos não conseguiram chegar a um acordo na sexta-feira (12), o WGA orientou seus membros a demitirem agentes que não haviam assinado o novo código.
    Nando Reis nem sempre chega perto de Roberto Carlos, como cantor, em álbum oscilante

    Nando Reis nem sempre chega perto de Roberto Carlos, como cantor, em álbum oscilante


    Disco será lançado amanhã, dia do 78º aniversário do 'Rei'. É estupendo o começo do disco em que Nando Reis canta 12 músicas do repertório de Roberto Carlos. Alocada na abertura do álbum Não sou nenhum Roberto, mas às vezes chego perto, a...


    Disco será lançado amanhã, dia do 78º aniversário do 'Rei'. É estupendo o começo do disco em que Nando Reis canta 12 músicas do repertório de Roberto Carlos. Alocada na abertura do álbum Não sou nenhum Roberto, mas às vezes chego perto, a canção Alô é um dos achados do surpreendente repertório deste disco que será lançado amanhã, 19 de abril, dia do 78º aniversário do Rei. Lançada em 1994, Alô é a última grande canção da parceria de Roberto com Erasmo Carlos. Foi apresentada sem a merecida louvação porque, na época, Roberto já perdia prestígio entre os formadores de opinião porque vinha priorizando sequencialmente músicas mais populistas em repertório que soava cada vez menos sedutor no confronto com as canções de tempos áureos. Nando Reis reconstitui a magnitude dessa composição de 1994 com interpretação precisa e um arranjo de sopros que evocam a moldura orquestral que envolveu o cancioneiro de Roberto a partir dos anos 1970. Na sequência, vem outro momento lindo do álbum gravado pelo cantor paulistano com produção de Pupillo Oliveira e direção artística de Marcus Preto. De tanto amor (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1971) reaparece em arranjo de arquitetura delicada que sublinha o tom tristonho da canção lançada na voz de Claudette Soares. Capa do álbum 'Não sou nenhum Roberto, mas às vezes chego perto', de Nando Reis Jorge Bispo Essas duas faixas iniciais sinalizam um grande álbum, mesmo gravado no limite do cover, como já sinalizara em março o single com a reverente abordagem da canção Amada amante (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1971), cuja única subversão reside na ressignificação da letra com romantismo que exclui o prazer proibido da traição, mote original da canção. Só que nem sempre Nando Reis chega perto das emoções das canções. Outro achado do repertório, a canção Me conte a sua história (Maurício Duboc e Carlos Colla, 1979) é envolta em atmosfera musical mais contemporânea que dilui o sentimento da letra no canto de Nando. Nem a declamação de sentimental texto autoral – em ação feita para evocar Isaac Heyes (1942 – 2008), mas que lembra mais as intervenções poéticas e literárias de Arnaldo Antunes, ex-Titãs mais talhado para o gênero – consegue criar emoção real. Em Abandono (Ivor Lancellotti, 1974), música propagada por Roberto em 1979, cinco anos após a gravação original de Eliana Pittman, o arranjo parece contrariar o estado de desordem emocional da personagem da canção. Em Abandono, a interpretação sem sentimento de Nando mostra o abismo que às vezes distancia Roberto Carlos – grande cantor que sempre entendeu o sentido de cada música que canta – de intérpretes que arriscam dar voz ao cancioneiro do Rei. Nando Reis acerta o tom de canções como 'Alô' e 'Vivendo por viver' Jorge Bispo / Divulgação Nando retoma o pulso das canções em Vivendo por viver (Marcio Greyck e Cobel, 1978), outra pérola rara que jazia no fundo do coração dos que ouviam os discos de Roberto nos anos 1970, década em que foram lançadas oito das 12 músicas do tributo de Reis ao Rei (ou 12, se postas na conta as duas músicas de 1980). Em faixa conduzida pela levada do violão, Nando acerta o tom abatido do amante confuso retratado nessa música. O toque triste de um violino sublinha no refrão a melancolia da letra. Em outra vitoriosa incursão por canções da lavra alheia de Roberto, mas gravadas pelo Rei como se fossem dele, Nando também recorre (inicialmente) ao violão para expressar a tristeza causada pela desilusão exposta em Nosso amor (Mauro Motta e Eduardo Ribeiro, 1977). Com evocação e citação de Vapor barato (Jards Macalé e Waly Salomão, 1971), Nosso amor é encorpada no terceiro dos quase cinco minutos da faixa, ganhando a pegada da banda que inclui o produtor Pupillo na bateria e Lucas Martins no baixo, entre outros músicos. Na sequência, Todos estão surdos (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1971) sai da esfera privada do amor a dois para suplicar por outra mensagem de Jesus em tom humanista, em linha black roqueira que emula inclusive o coro da gravação original de Roberto. Roberto Carlos é celebrado por Nando Reis em disco que termina com faixa declamada por Jorge Mautner Reprodução / Instagram Nando Reis Nessa vertente religiosa, Nossa Senhora (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1993) soa sem sentido sem a letra da emocionante canção que louva a Virgem Maria. Ateu, o compositor de Igreja (Nando Reis, 1986) – petardo disparado pelos Titãs em álbum de aura punk – se converteu somente à beleza da melodia, vocalizando a letra com intermináveis "nana nana nana" no passo de valsa. Você em minha vida (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1976) reconduz o álbum ao universo romântico da maior parte do repertório, reiterando que às vezes Nando é essencialmente conservador como intérprete devoto das canções de Roberto, ainda que o arranjo (no caso da faixa, a orquestração das cordas) soe inusitado. Com exatos seis minutos, Procura-se (Roberto Carlos e Ronaldo Bôscoli, 1980) – lembrança de momentos sensuais ao lado da mulher amada – é mais um achado de repertório que merece ser louvado por se desviar dos standards já batidos do cantor. O arranjo é inventivo, moderno. Com mais de seis minutos, A guerra dos meninos (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1980) tem o tom épico potencializado na declamação da letra humanista por Jorge Mautner. A voz de Nando Reis entra somente no coro que, na gravação original de Roberto, reunia vozes de crianças. Momento de estranheza no fecho de disco oscilante, A guerra dos meninos corrobora que Nando não é mesmo nenhum Roberto como cantor, embora seja um compositor de (muitas) músicas extraordinárias. Mesmo que Nando Reis nem sempre chegue perto de Roberto Carlos, o álbum tem alguns momentos realmente lindos que valorizam tributo pautado mais pela afetividade do que pela razão. (Cotação: * * *) Editoria de Arte / G1
    Antes de Anitta e Madonna, 'Faz gostoso' já era hit em Portugal, com letra sobre traição; conheça

    Antes de Anitta e Madonna, 'Faz gostoso' já era hit em Portugal, com letra sobre traição; conheça


    Funk pop de Blaya ficou no topo das mais ouvidas do Spotify no país em abril de 2018. Cantora luso-brasileira, que vem ao Rock in Rio 2019, já foi dançarina de kuduro e youtuber de sexo. "Faz gostoso", o funk que colocará a voz de Anitta no...


    Funk pop de Blaya ficou no topo das mais ouvidas do Spotify no país em abril de 2018. Cantora luso-brasileira, que vem ao Rock in Rio 2019, já foi dançarina de kuduro e youtuber de sexo. "Faz gostoso", o funk que colocará a voz de Anitta no próximo álbum de Madonna, é sucesso desde o ano passado em Portugal, para onde a estrela norte-americana se mudou em 2017. Na voz da cantora luso-brasileira Blaya, a música chegou em abril de 2018 ao topo da lista de mais ouvidas do país no Spotify. Não é raro um funk ocupar boas posições no ranking: Portugal já tem suas próprias estrelas do gênero, de som muito similar ao produzido no Brasil. "Faz gostoso" foi criada por Blaya e por MC Zuka (outro hitmaker do funk português), ao lado de Tyoz, No Maka e Stego, Ela tem compasso melódico e dançante, que lembra o pop de Ludmilla, por exemplo, além de referências aos tempos do Bonde do Tigrão. 'Faz Gostoso': conheça o funk português gravado por Madonna e Anitta A letra original tem expressões bem portuguesas - "fica-se a coçar", "passei a vida a te teimar" -, mas o refrão, sensual e explosivo, fala de algo um tanto universal: uma traição irresistível. "E o pior que ele é safado ainda por cima é carinhoso / Ele faz tão gostoso, ele faz tão gostoso / (...) Ele sabe que eu sou casada e até amo meu esposo / Mas ele faz tão gostoso, ele faz tão gostoso" Anitta ao lado de Blaya, intérprete original de 'Faz gostoso', no Rock in Rio 2018, em Lisboa Reprodução/Instagram/Blaya Quem é Blaya? A gravação com Madonna não foi o primeiro contato de Anitta com "Faz gostoso". Seis meses antes de aparecer ao lado da estrela norte-americana em uma foto no Instagram, a brasileira cantou um trecho da música em sua apresentação no palco principal do Rock in Rio Lisboa, em junho de 2018. Initial plugin text "Este momento foi muito especial para mim e, um dia, meus amores, serei eu em cima daquele palco com milhares de pessoas na minha frente", disse Blaya na época. A cantora também se apresentou no festival, em um palco secundário, e estará na edição brasileira deste ano, em um show em parceria com Lellê (ex-Dream Team do Passinho), em 27 de setembro. Na apresentação portuguesa, ela incluiu no setlist o hit brasileiro "Só quer vrau", de MC MM e DJ RD. Blaya, que na verdade é Karla Rodrigues, tem 31 anos e nasceu em Fortaleza, mas se mudou ainda bebê para Portugal, quando o pai, jogador de futebol, foi transferido para o Amora, time do distrito de Setúbal. Foi criada em Ferreira do Alentejo, a 150 km de Lisboa. A cantora luso-brasileira Blaya Reprodução/Facebook/Blaya Iniciou a carreira na capital portuguesa como dançarina no grupo de kuduro Buraka Som Sistema, onde com o tempo também passou a cantar. A banda se apresentou no Brasil em 2010, no festival PercPan, no Rio. Quando o Buraka entrou em hiato, Blaya lançou um canal no YouTube - já desativado - em que falava sobre sexo e dava dicas às seguidoras. Ela tem até um livro de contos eróticos, "Mulheres, sexo e manias", lançado em 2018. Na música, gravou o primeiro EP solo em 2013, já com influência de funk, porém mais próxima do rap. O segundo trabalho, "Eu avisei", saiu em novembro de 2018, e o single mais recente, "Cash", foi lançado há uma semana, mas ainda está longe de estourar - o clipe tem menos de 300 mil visualizações no YouTube. Anitta com Madonna na época da gravação de 'Faz gostoso' Reprodução / Instagram Com Anitta e Madonna no álbum "Madame X", "Faz gostoso" ainda não tem data para sair. Mas certamente ajudará a tornar a voz de Blaya mais conhecida. Ao menos no Brasil, as buscas por seu nome no Google já explodiram nesta quarta-feira (17). Dados do Google mostram pico de buscas por nome de Blaya no Brasil nesta quarta-feira (17), dia em que 'Faz gostoso' foi confirmada em álbum de Madonna, com participação de Anitta Reprodução/Google
    Antônio Fagundes vive vítima de violência em 'Se eu fechar os olhos agora': 'Impressão é que o Brasil anda para trás'

    Antônio Fagundes vive vítima de violência em 'Se eu fechar os olhos agora': 'Impressão é que o Brasil anda para trás'


    Em entrevista ao G1, ator também fala sobre a força da TV aberta brasileira: 'Temos um número de espectadores no Brasil que 'Game of Thrones' não tem no mundo inteiro'. Antônio Fagundes passou um tempo fora das telas, mas não descansou: rodou...


    Em entrevista ao G1, ator também fala sobre a força da TV aberta brasileira: 'Temos um número de espectadores no Brasil que 'Game of Thrones' não tem no mundo inteiro'. Antônio Fagundes passou um tempo fora das telas, mas não descansou: rodou dois anos e três países com sua peça "Baixa Terapia", produziu um filme e assistiu a muita coisa. Neste ano, estará em dose dupla na Globo: Como um homem misterioso, vítima de violência na minissérie "Se eu fechar os olhos agora", que estreou nesta semana Como um milionário à beira da morte na próxima novela das 19h, "Bom Sucesso" Ao G1, ator falou sobre a força da TV aberta brasileira, a persistência de preconceitos no país e a formação machista do homem brasileiro. G1 - Como foi a construção deste personagem na série, que é uma vítima da ditadura de Vargas? Antônio Fagundes - O Ricardo [Linhares], ao fazer a adaptação, naturalmente percebeu que o livro [de Edney Silvestre] não daria uma minissérie de 10 episódios. Então ele deu uma enriquecida no personagem, para criar um outro tipo de passado para ele. Essa história é muito bonita e importante porque fala de um Brasil da década de 1960, na pré-ditadura mas que já tinha passado por uma. Tem problema que a gente achava que tinha ficado na década de 1960, mas a impressão é de sermos um país que anda para trás, em direção aos seus eternos problemas. Esta é uma série que fala de preconceitos e violências que ainda existem. Já deviam ter sido superados, mas não conseguimos por uma incapacidade que não sei de onde vem. Meu personagem será o fio condutor dessa história e essas análises. E formará um trio de detetives interessante com os dois meninos. Antônio Fagundes em 'Se eu fechar os olhos agora' Divulgação/TV Globo G1 - Você trabalhou principalmente com atores mirins. Como foi isso? Antônio Fagundes - Foi muito gostoso, eu vou ter a chance de fazer isso outra vez, vou ter uma netinha na novela, a Valentina, uma graça de menina, atriz completa também. Mas os dois são muito empenhados, muito juntos dentro da história, atentos e disciplinados. A gente percebe uma geração nova boa. Eu acredito que experiência não se transfere. O que pode acontecer é perceber no outro alguma coisa que você possa usar e aí você usa. Nunca tive, nem com os filhos, a postura de quem sabe mais. É possível que eu tenha aprendido com eles mais do que eles comigo. G1 - Você falou recentemente sobre a relação entre TV aberta brasileira e a fechada americana. Como vê o futuro da televisão no Brasil? "Temos que prestar atenção em não andar para trás, negando o valor que a TV aberta ainda tem no país. Ela surgiu no Brasil e adquiriu força no vácuo de uma cultura que não privilegia a leitura, o cinema. Ela preencheu muito bem isso. Temos uma teledramaturgia de alto nível, ocupamos seis horas da programação diária, formou uma consciência nacional." Temos um número de espectadores no Brasil que "Game of Thrones" não tem no mundo inteiro. Eles não atingem 30 milhões [na estreia da última temporada, foram 17,4 milhões]. Uma novela atinge facilmente 40 milhões só no Brasil. E ainda exportamos, mesmo que não seja tão forte quanto a exportação de produtos americanos. Temos muita força, por que imitar o que eles estão fazendo? Eles é que morrem de vontade de ter um alcance como o nosso. G1 - De certa forma, essas séries mais 'rebuscadas' e densas se aproximam das séries americanas que ganharam o streaming. É uma forma de se aproximar dos novos espectadores? Antônio Fagundes - Não se procura fazer uma coisa mais densa. O que buscamos é uma boa história, se for densa, ótimo. É como em teatro, as pessoas costumam perguntar por que escolhi um determinado tema para a minha peça. Elas acreditam que o sucesso vem do tema. Nós achamos que vem da história. Têm várias outras com o mesmo tema e que não foram bem. O que faz a diferença são bons textos, que sejam importantes de ser discutidos naquele momento. Da esquerda: Alexandra Martins, Bruno Fagundes, Antônio Fagundes, Mara Carvalho, Fábio Espósito e Ilana Kaplan em 'Baixa terapia' Divulgação G1 - O que você tem assistido para se inspirar? Antônio Fagundes - Eu sou louco, assisto a muita coisa. Os últimos que vi foram "Hanna", "Homecoming" inteiro, "Dix pour cent", "Coisa mais linda", "A maldição da residência Hill". Isso no último mês. Assisto porque eu gosto, mas claro que acabo tirando uma ou outra coisa. Há pouco tempo vi uma série islandesa e uma finlandesa. Eu vejo que o mundo inteiro está contando ótimas histórias. Mas estão buscando agora o que dominamos como ninguém, que são histórias de longo curso. Mesmo que façam 10 episódios, tentam conter um núcleo central forte pra se fazer querer ver. Nós fazermos isso com 200 capítulos, o público não sai de casa. G1 - Assistindo a tanta produção de fora, tem vontade de fazer algum trabalho internacional? Antônio Fagundes - Não, eu tenho muita coisa para fazer no Brasil, muito espectador que não conseguimos pegar. E não é lá fora que vamos fazer isso. G1 - Você falou no 'Encontro' sobre uma criação estrutural com valores machistas no Brasil. Acha que a imagem de 'machão' associada a você por conta de alguns personagens é reflexo dessa estrutura? Antônio Fagundes - Eu fiz personagens muito delicados, o próprio Cacá, em "Dancin' Days", me deu uma enorme projeção, foi quando eu realmente explodi, era um personagem extremamente delicado, um diplomata com problemas com a família. Frequentava o psicanalista, não tinha nada dessa imagem machista. Teve Otávio Jordão ["A Viagem"], um gentleman. O Atílio ["Por amor"], de Manoel Carlos, que vai voltar agora. "Mas essa é a formação do homem brasileiro. Somos formados todos, inclusive você, nesse sistema. E estamos regredindo porque queremos que ensinem nossos filhos que menino tem que vestir azul e menina, rosa. Ainda hoje!" Antônio Fagundes em 'Dancin Days', de 1978 TV Globo G1 - Seu último trabalho na TV havia sido em 2017, na minissérie 'Dois irmãos'. O que te fez passar esses dois anos fora da TV? Antônio Fagundes - "Velho Chico" (2016) consumiu muito tempo, foi uma novela difficile de ser gravada. Depois de pouco tempo, comecei a gravar "Se eu fechar os olhos agora" e me consumiu cinco meses, foi um processo intenso. Passei dois anos fazendo teatro e agora finalmente me envolvi com as gravações da próxima novela ["Bom sucesso", próximo folhetim das 19h]. G1 - Você gravou no Carnaval. Pode contar um pouco sobre a preparação de "Bom sucesso"? Antônio Fagundes - Ainda estamos na fase de leitura. É mais uma discussão dos personagens ainda. G1 - Tem planos para o cinema este ano? Ou mais uma produção no teatro? Antônio Fagundes - Minha peça ["Baixa Terapia"] está em cartaz no Tuca, em São Paulo. Teve 200 mil espectadores, fizemos uma excursão pelo Brasil, Estados Unidos e Portugal. E vamos permanecer até o final do ano em São Paulo, estamos lotando. Sobre o cinema, produzi um filme no ano passado, "Contra a parede", que já está em algumas plataformas de streaming. G1 - Nos anos 90 você já era um ator consagrado na Globo e fez trabalhos na TV Cultura, como 'Mundo da Lua'. Respirar outros ares pode fazer bem? Antônio Fagundes - "Mundo da lua" foi uma das últimas coisas que fiz lá, tinha feito muita coisa antes: Telecurso segundo grau, teatro, um programa de auditório na década de 1980. A Globo me deu sempre autorização pra fazer devido ao caráter estatal da TV Cultura, não era um competidor comercial. Eles permitiam e eu agradeci sempre, é uma experiência importante que as pessoas façam. Quando eu fiz, foi muito bom para mim. "Mundo da Lua" passa até hoje. G1 - Pensa em fazer de novo? Antônio Fagundes - Não faço porque não tem. Se a TV Cultura me chamasse e fosse um projeto bom, eu estaria lá com o maior prazer. Vai haver uma comemoração de 50 anos e vou aparecer por lá.

    'A maldição da Chorona' e 'O mau exemplo de Cameron Post' chegam aos cinemas; veja trailers


    Terror sobre entidade que caça crianças é principal estreia da semana; dramas também são destaques. G1 comenta em VÍDEO Terror é destaque entre as estreias de cinema desta semana O feriadão está ótimo para quem curte passar medo no cinema. O...

    Terror sobre entidade que caça crianças é principal estreia da semana; dramas também são destaques. G1 comenta em VÍDEO Terror é destaque entre as estreias de cinema desta semana O feriadão está ótimo para quem curte passar medo no cinema. O assustador "A maldição da Chorona" é a principal estreia da semana. Também são lançados nesta quinta (18) os dramas "O mau exemplo de Cameron Post" e "Vidas duplas". O G1 comenta as principais estreias da semana no VÍDEO acima; saiba mais abaixo Trailer de 'A maldição da Chorona' 'A maldição da Chorona' Na Los Angeles da década de 1970, uma assistente social criando seus dois filhos sozinha depois de ser deixada viúva começa a ver semelhanças entre um caso que está investigando e a entidade sobrenatural La Llorona. A lenda conta que, em vida, La Llorona afogou seus filhos e depois se jogou no rio, se debulhando em lágrimas. Agora ela chora eternamente, capturando outras crianças para substituir os seus filhos. 'O mau exemplo de Cameron Post' Cameron Post (Chloë Grace Moretz) era considerada uma adolescente comum até que foi pega beijando outra menina. Por isso, é mandada para um centro de terapia de conversão que corrige adolescentes com atração por pessoas do mesmo gênero. No local, em meio a tantas atividades estranhas, conhece outros jovens gays na mesma situação que ela, e finalmente a garota sente que encontrou sua turma. 'Vidas duplas' Alain (Guillaume Canet) é um bem-sucedido editor parisiense com dificuldade em se adaptar à revolução digital. Ele tem grandes dúvidas sobre o novo manuscrito de Léonard (Vincent Macaigne), um de seus autores de longa data, que lançará um trabalho de autoficção, reciclando seu caso de amor com uma celebridade. Selena (Juliette Binoche), a esposa de Alain, famosa atriz de teatro, é de opinião contrária e elogia a publicação.
    Wanderléa e Martinha, vozes da Jovem Guarda, se reencontram em tributo à compositora de 'Eu daria a minha vida'

    Wanderléa e Martinha, vozes da Jovem Guarda, se reencontram em tributo à compositora de 'Eu daria a minha vida'


    Cida Moreira e Wanessa Camargo estão no show gravado ao vivo em São Paulo para gerar disco em junho. Wanderléa e Martinha no show 'Minha história' Marcelo Castello Branco / Divulgação Ícone feminino da Jovem Guarda, Wanderléa se reencontrou...


    Cida Moreira e Wanessa Camargo estão no show gravado ao vivo em São Paulo para gerar disco em junho. Wanderléa e Martinha no show 'Minha história' Marcelo Castello Branco / Divulgação Ícone feminino da Jovem Guarda, Wanderléa se reencontrou com Martinha, cantora e compositora também projetada no movimento pop que eletrizou boa parte da juventude do Brasil entre 1965 e 1968. O reencontro aconteceu na noite de anteontem, 16 de abril, no palco do Teatro Itália em show feito em São Paulo (SP), cidade-sede do programa comandado por Roberto Carlos. Organizado pelo produtor Thiago Marques Luiz em tributo a Martinha, o show Minha história foi gravado ao vivo para gerar álbum previsto para ser lançado em junho pelo selo Discobertas. Cantora apelidada de Queijinho de Minas por Roberto Carlos por ser das Geraes, assim como Wanderléa (a Ternurinha), Martinha teve 19 músicas do cancioneiro autoral interpretadas por time eclético de convidados. Além de Wanderléa, o elenco do show incluiu os cantores Agnaldo Timóteo, Ayrton Montarroyos, Cida Moreira, Claudette Soartes, Erika Martins, Flávia Bittencourt, Gilliard, Helio Flanders, Maria Alcina, Sérgio Reis, Silvio Brito e Wanessa Camargo, entre outros nomes pouco vistos como a dupla Célia e Celma, intérprete da canção Ele (1980). Wanderléa encerrou o show, dando voz ao maior sucesso de Martinha, Eu daria a minha vida (1967). Após o número de voz & violão, feito pela Ternurinha com o músico Norberto Vinhas, Wanderléa chamou Martinha ao palco. Cida Moreira canta 'Eu te amo mesmo assim' no show em tributo a Martinha Marcelo Castello Branco / Divulgação Com a carreira de cantora momentaneamente paralisada por conta de problemas nas cordas vocais, Martinha declamou o poema Sendo filha de quem sou com o toque do piano de Miguel Briamonte. O tributo Minha história entrega em flores em vida – mais precisamente, 72 anos de vida a serem festejados em junho – a uma compositora que construiu obra simples e por vezes sedutora, erguida em torno dos pilares da canção sentimental do Brasil. O que facilitou a migração da artista do reino encantado da Jovem Guarda para o universo sertanejo, geralmente com músicas em parceria com o compositor César Augusto. Wanessa Camargo, por exemplo, cantou uma música dessa parceria, Queixas, lançada em disco pela cantora paraguaia Perla em 1985 e regravada pela dupla Chitãozinho & Xororó em 1986. Outra música da parceria – Não está sozinho quem tem Deus do lado (1981), ouvida no show na voz de Silvio Brito – foi composta com a adesão de Gilliard, cantor que subiu ao palco do Teatro Itália para reviver Pouco a pouco (1982), grande sucesso da parceria de Martinha e César Augusto lançado pelo próprio Gilliard. Helio Flanders revive música de 1969 no show em tributo a Martinha Marcelo Castello Branco / Divulgação Embora Claudette Soares tenha gravado canção recente de Martinha, Tudo (2000), composta para Roberto Carlos a pedido do cantor, boa parte do repertório vem dos anos 1960. Cida Moreira deu a voz maturada a um dos maiores sucessos de Martinha na era da Jovem Guarda, Eu te amo mesmo assim, lançado em 1967, mesmo ano da gravação original de Barra limpa, música confiada a Erika Martins. Aqui (com Sérgio Reis), Deixei (a cargo de Helio Flanders), Somos apaixonados (cantada por Flávia Bittencourt) são músicas de 1969. Já Confissões, música cantada por Ayrton Montarroyos, é de 1986. Maria Alcina fez Batuque na minha janela (1970). Editoria de Arte / G1
    Alain Delon será homenageado no Festival de Cannes

    Alain Delon será homenageado no Festival de Cannes


    'Só há uma coisa que me faltou e sempre faltará: adoraria ter feito, antes de morrer, um filme dirigido por uma mulher', disse ator francês de 83 anos ao relembrar a carreira. Alain Delon em Cannes, em 2013 Arquivo / AFP Photo Alain Delon, ator...


    'Só há uma coisa que me faltou e sempre faltará: adoraria ter feito, antes de morrer, um filme dirigido por uma mulher', disse ator francês de 83 anos ao relembrar a carreira. Alain Delon em Cannes, em 2013 Arquivo / AFP Photo Alain Delon, ator francês de 83 anos, será o principal homenageado da próxima edição do Festival de Cannes, que começará em 14 de maio, segundo informaram nesta quarta-feira os organizadores em comunicado divulgado no site do evento. Os organizadores lembraram que o primeiro passo de Alan Delon pelo tapete vermelho no festival em 1961, com "Que alegria de viver!", esteve marcado por um grande fervor, que se repetiu 30 anos mais tarde quando chegou de helicóptero para apresentar o filme "Nouvelle vague". Além de outras participações, Delon protagonizou "O Leopardo" (1963), de Luchino Visconti, filme que ganhou a Palma de Ouro daquela edição. O diretor do festival, Thierry Frémaux, que amanhã revelará em Paris a seleção oficial, admitiu que Delon aceitou este reconhecimento após muitas dúvidas, porque considerava que sua presença no evento só fazia sentido para impulsionar o trabalho dos diretores com os quais trabalhou. "É um monstro sagrado, uma lenda viva e um ícone planetário. No Japão, onde é venerado, é conhecido como o 'samurai de primavera'", afirmaram os responsáveis pelo festival, que lembraram que o ator aparece "em mais de 80 filmes", inúmeras obras-primas e recebeu adjetivos que evidenciam a envergadura artística e seu reconhecimento internacional. Após a eclosão em "O Sol por Testemunha", obra de René Clément de 1960, que revelou este "diamante em bruto" de 25 anos, Delon participou de produções que se transformaram em clássicos. "Viajar pela sua filmografia é como reviver as mais formosas horas da história do cinema contemporâneo. Unindo excelência artística e sucesso popular, é um campeão da bilheteria que nunca se afastou do cinema autoral", acrescentou a organização. Delon já atuou sob a direção de Antonioni, Visconti, Melville, Losey, Godard, Deray, entre outros e compartilhou elenco com atores como Gabin, Lancaster, Montand, Sharif e Ventura e atrizes como Mireille Darc, Romy Schneider, Claudia Cardinale, Ursula Andress e Monica Vitti. A organização lembrou ainda que, desde 1964, também exerceu o papel de produtor e que, posteriormente, foi para trás das câmeras para assinar dois filmes policiais, "Le Battant" e "Na Pele de um Tira". "Magnético com Visconti e misterioso com Melville e Verneuil, Alain Delon sempre tomou decisões importantes e vestiu o papel de jovem protagonista para depois se consagrar com personagens complexos, ambivalentes e trágicos", indicaram os organizadores. Centrado no teatro nos últimos anos, Delon assegurou que não quer retornar à grande tela, apesar de ainda restar uma pendência. "Só há uma coisa que me faltou e sempre faltará: adoraria ter feito, antes de morrer, um filme dirigido por uma mulher", disse Delon.
    Mc Sapão permanece em estado grave no CTI do Hospital Rocha Faria, na Zona Oeste do Rio

    Mc Sapão permanece em estado grave no CTI do Hospital Rocha Faria, na Zona Oeste do Rio


    O cantor está com pneumonia e o quadro é grave e instável. Sapão foi internado depois de contrair gripe em turnê. MC Sapão Divulgação O estado de saúde do Mc Sapão, internado há sete dias com pneumonia, continua grave e instável. A...


    O cantor está com pneumonia e o quadro é grave e instável. Sapão foi internado depois de contrair gripe em turnê. MC Sapão Divulgação O estado de saúde do Mc Sapão, internado há sete dias com pneumonia, continua grave e instável. A equipe do cantor o levou para o Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, depois de um show da nova turnê na última quarta-feira (10). De acordo com a direção do hospital, a obesidade e diabete do cantor tornam o tratamento mais complicado e, por isso, há cuidados especiais. Uma das restrições é a visita: os quatro filhos do cantor não podem visitá-lo. Mc Sapão está no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Rocha Faria. Segundo assessoria de imprensa de Sapão, o cantor contraiu uma gripe por causa das variações de temperatura dos locais dos shows e, posteriormente, se agravou para pneumonia. Ele estava em turnê pelo Brasil lançando a música “Deixa ela dançar”. A família do cantor pede aos fãs, amigos e admiradores que façam correntes de oração para a melhora do MC. Sapão é uma das atrações do Rock in Rio O cantor e compositor carioca Jefferson Fernandes Luiz, de 40 anos, conhecido como Sapão ou MC Sapão, começou a carreira no funk em 1998. A visibilidade do cantor chegou por volta dos anos 2000. Sapão já emplacou vários sucessos em 21 anos de carreira. As músicas “Rei do Baile” (Sapão e Batutinha, 2012), “Eu sei cantar” (2001) e “Tô tranquilão" (2006) são do cantor. O hit “Vou desafiar você” (2014) é um dos maiores sucessos do funkeiro. Além disso, recentemente Sapão fez parcerias com grandes nomes da atualidade, como Dennis DJ, Mr Catra e Mc Guimê. Sapão é uma das atrações do palco de parcerias do Rock in Rio deste ano.
    Madonna lança 'Medellín' com Maluma; OUÇA

    Madonna lança 'Medellín' com Maluma; OUÇA


    Cantora anunciou que 'Madame X' será lançado em 14 de junho. Parceria é o primeiro single do novo disco. Madonna lançou "Medellín", em parceria com o cantor colombiano Maluma, nesta quarta (17). A música é a primeira a ser disponibilizada do...


    Cantora anunciou que 'Madame X' será lançado em 14 de junho. Parceria é o primeiro single do novo disco. Madonna lançou "Medellín", em parceria com o cantor colombiano Maluma, nesta quarta (17). A música é a primeira a ser disponibilizada do novo disco "Madame X", que chega ao mercado no dia 14 de junho. Através de um post no Instagram, a cantora também divulgou a lista com todas as músicas do 14º álbum de estúdio. Veja abaixo. A rainha do pop também recebeu Anitta em "Faz Gostoso", a 10ª do álbum da norte-americana. Nesta quarta (17), a cantora brasileira disse que a música tem batida de funk e "está bem surpreendente", durante participação no "Encontro com Fátima Bernardes". Madonna publicou um teaser e revelou o nome do novo disco no domingo (14). Lista de músicas do disco "Madame X": "Medellín" com Maluma "Dark Ballet" "God Control" "Future", com Quavo "Batuka" "Killers Who Are Partying" "Crave", com Swae Lee "Crazy" "Come Alive" "Faz Gostoso", com Anitta "Bitch I'm Loca", com Maluma "I Don't Search I Find" "I Rise" Madonna lança 'Medellín' em parceria com Maluma nesta quarta (17) Reprodução/Instagram/Madonna
    Louis Tomlinson fala pela primeira vez após morte da irmã: 'Obrigado a todos, estou de volta ao estúdio'

    Louis Tomlinson fala pela primeira vez após morte da irmã: 'Obrigado a todos, estou de volta ao estúdio'


    Félicité Tomlinson morreu em 14 de março. Cantor se apoia na música e nos fãs para superar momentos de tristeza. Louis com a irmã Félicité Reprodução / Instagram Louis Tomlinson se pronunciou pela primeira vez após a morte da irmã,...


    Félicité Tomlinson morreu em 14 de março. Cantor se apoia na música e nos fãs para superar momentos de tristeza. Louis com a irmã Félicité Reprodução / Instagram Louis Tomlinson se pronunciou pela primeira vez após a morte da irmã, Félicité Tomlinson, aos 18 anos em 14 de março. "Só queria agradecer a todos por suas palavras amáveis ao longo das últimas semanas. De volta ao estúdio hoje para gravar algo que eu escrevi há alguns meses. Desejo a todos muito amor." Em entrevista concedida ao G1 poucas horas antes da morte da irmã, Louis comentou a influência de outra perda em sua vida: a da mãe, vítima de leucemia em 2016. E revelou se apoiar na música e nos fãs para lidar com a dor. "A reação dos fãs com a música ['Two Of Us', dedicada à mãe] foi incrível e me deu confiança. Eles são sempre maravilhosos... A música é muito importante para mim. Limpa minha mente", declarou. A suspeita é que Félicité tenha sofrido um ataque cardíaco. Ela era estilista e influenciadora digital com mais de 1,3 milhão de seguidores no Instagram.
    Salgadinho tenta se dissociar do pagode dos anos 1990 com música inédita gravada com Ferrugem

    Salgadinho tenta se dissociar do pagode dos anos 1990 com música inédita gravada com Ferrugem


    Salgadinho e Ferrugem em estúdio Reprodução / Facebook Salgadinho Em cena desde 1992, Paulo Alexandre Nogueira Salgado Martins – o cantor e compositor paulistano conhecido artisticamente como Salgadinho – viveu dias de glória quando o pagode...


    Salgadinho e Ferrugem em estúdio Reprodução / Facebook Salgadinho Em cena desde 1992, Paulo Alexandre Nogueira Salgado Martins – o cantor e compositor paulistano conhecido artisticamente como Salgadinho – viveu dias de glória quando o pagode era um dos gêneros musicais que dominavam as paradas do mercado fonográfico brasileiro nos anos 1990. Ainda associado a essa década, o ex-vocalista do grupo Katinguelê tenta se inserir no momento presente da indústria da música com a gravação de EP que o conecta a nomes como Ferrugem. O dueto com o pagodeiro carioca – nascido em 1998, quando Salgadinho ainda estava no auge, com o nome de Jheison Failde de Souza – acontece em Sol e sal, faixa estrategicamente escolhida para ser o primeiro single do EP de Salgadinho. Programada para ser lançada em 26 de abril, a música inédita Sol e sal é de autoria do próprio Ferrugem, tendo sido composta em parceria com Diney e Indinho. A participação de Ferrugem na faixa foi gravada em 16 de outubro de 2018. Editoria de Arte / G1
    Anitta fala sobre funk que gravou com Madonna: 'Surpreendente'

    Anitta fala sobre funk que gravou com Madonna: 'Surpreendente'


    Cantora falou pela 1ª vez sobre parceria em participação no 'Encontro', nesta quarta: 'Estava me segurando desde que estivemos juntas'. Anitta com Madonna Reprodução / Instagram Anitta confirmou, nesta quarta-feira (17), que sua voz aparecerá no...


    Cantora falou pela 1ª vez sobre parceria em participação no 'Encontro', nesta quarta: 'Estava me segurando desde que estivemos juntas'. Anitta com Madonna Reprodução / Instagram Anitta confirmou, nesta quarta-feira (17), que sua voz aparecerá no novo disco de Madonna, "Madame X". "Gravamos juntas, foi uma emoção inacreditável", disse, durante participação no "Encontro com Fátima Bernardes" (TV Globo). Segundo a cantora, a música tem batida de funk. "Está bem surpreendente", afirmou. O colunista Mauro Ferreira, do G1, adiantou que as duas cantam juntas a faixa "Faz gostoso", a 11ª do álbum da norte-americana - ainda sem data de lançamento. Anitta em participação no 'Encontro' (TV Globo) Reprodução/TV Globo De autoria de Blaya, Mc Zuka, Tyoz, No Maka e Stego, a música não é inédita, foi lançada no ano passado no mercado fonográfico português na voz de Blaya, cantora, compositora e dançarina luso-brasileira, nascida em Fortaleza. "Estava me segurando desde que estivemos juntas. O povo perguntava e eu não podia falar. Quando o trabalho é meu, faço do jeito que quero. Mas, quando não é, me seguro", acrescentou Anitta. O primeiro single de "Madame X", "Medellín", gravado por Madonna com o colombiano Maluma, tem lançamento programado para esta quarta.
    Beyoncé lança 'Homecoming', álbum e documentário sobre apresentação no Coachella 2018

    Beyoncé lança 'Homecoming', álbum e documentário sobre apresentação no Coachella 2018


    'Homecoming: The live album' tem 40 faixas com sucessos da carreira, músicas do último trabalho, 'Lemonade', e até uma música cantada a capella pela filha Blue Ivy. Beyoncé no Coachella Divulgação / Site oficial da cantora Beyoncé lançou...


    'Homecoming: The live album' tem 40 faixas com sucessos da carreira, músicas do último trabalho, 'Lemonade', e até uma música cantada a capella pela filha Blue Ivy. Beyoncé no Coachella Divulgação / Site oficial da cantora Beyoncé lançou nesta quarta-feira (17) o projeto "Homecoming", fruto de sua apresentação no festival Coachella de 2018, com: um documentário com bastidores do festival e homenagem à cultura negra um álbum ao vivo, lançado de surpresa, com as músicas da apresentação Com mais de duas horas, o documentário mescla momentos da apresentação, narração sobre a força negra e os meses de ensaio e preparação. O filme está disponível na Netflix. Beyoncé no palco do Coachella Divulgação / Site oficial da cantora Dez meses antes da apresentação, Beyoncé deu à luz seus filhos gêmeos, Sir e Rumi. No documentário, ela comenta a dificuldade de retomar ensaios e rotina após a gravidez, com amamentação nos intervalos. Já o álbum, chamado "Homecoming: The live album", tem 40 faixas com sucessos da carreira, músicas do último trabalho, "Lemonade", e até uma música cantada a capella pela filha Blue Ivy. Beyoncé foi a primeira mulher negra a ser headliner do evento, que acontece na Califórnia, Estados Unidos. Em sua apresentação, recebeu Jay-Z, a irmã Solange, e as ex-integrantes do Destiny's Child, Michelle Williams e Kelly Rowland. Beyoncé chamou ex-colegas do Destiny's Child para seu show no Coachella Divulgação / Site oficial da cantora
    O 'SOS' de Avicii: DJ morto em 2018 tem música lançada com letra sobre depressão e insônia

    O 'SOS' de Avicii: DJ morto em 2018 tem música lançada com letra sobre depressão e insônia


    Produtor sueco deixou sobras de estúdio que estarão no álbum 'Tim', previsto para junho. Ouça música e comentários sobre canção que mistura dance music, riff melódico e algo de blues. Avicii, BTS com Halsey, Ivete com Marília Mendonça: G1...


    Produtor sueco deixou sobras de estúdio que estarão no álbum 'Tim', previsto para junho. Ouça música e comentários sobre canção que mistura dance music, riff melódico e algo de blues. Avicii, BTS com Halsey, Ivete com Marília Mendonça: G1 Ouviu tem eletrônica e pop Aviici morreu em abril do ano passado, mas o DJ e produtor sueco deixou sobras de estúdio que começam agora a ser finalizadas. A primeira delas é "SOS". Ouça e veja comentários no vídeo acima. A nova música vai estar no terceiro disco dele, "Tim" previsto para 6 de junho. A voz é do Aloe Blacc, cantor californiano ouvido em um dos maiores hits de Aviici, “Wake me up”. "Sinto que 'SOS' é uma música provavelmente a frente de seu tempo quando ele escreveu", disse Blacc em um comunicado. "Ele escreveu essa letra, é claro, sobre suas batalhas e eu acho que é um tema muito importante para ser falado... É como dar às pessoas a chance de elas poderem dizer 'Eu preciso de ajuda'." Avicii em foto publicada no Facebook em janeiro de 2018 Reprodução/Facebook/Avicii Mas quais são essas batalhas? Tim Bergling, nome real de Avicii, sofria de pancreatite aguda, em parte pelo excesso de bebida alcoólica. Em 2014, cancelou todos os compromissos profissionais. Em 2016, anunciou aposentadoria dos palcos. Seguia trabalhando em estúdios e as tais sobras vêm deste período. Segundo dois dos outros produtores, Albin Nedler e Kristoffer Fogelmark, esse primeiro lançamento póstumo estava "75 a 80% pronto" antes da morte do DJ. Assim como na primeira parceria com Blacc, uma das músicas mais ouvidas do mundo em 2013, ele soma sua dance music de riffs fáceis e cantaroláveis a outros estilos. Em "Wake me up", o escolhido era o country. Em "SOS", há algo do lamento do blues e do R&B. Sobre o que é a letra? A letra é bem pessoal, com o produtor pedindo socorro. Sabendo que Avicii morreu aos 28 anos, rola uma angústia de ler a letra com atenção. Os versos são sobre querer um pouco de descanso. Ele fala de insônia, de dependência química, descreve a depressão… "Roubam todo o meu sono / Quando meus pensamentos começam a sangrar". Falando da parte musical, "SOS" é toda baseada em uma linha melódica simples e colante. O Aviici misturava a música eletrônica (house, dance music) com gêneros como folk, pop rock, country. Mas ele não abusava de featurings, de fórmulas, era pop, mas com a identidade dele. 5 hits de Avicii
    O Terno volta a surpreender em single que une o grupo a Devendra Banhart e a Shintaro Sakamoto

    O Terno volta a surpreender em single que une o grupo a Devendra Banhart e a Shintaro Sakamoto


    Após dois singles arrebatadores, Nada/Tudo e Pegando leve, o grupo paulistano O Terno volta a surpreender positivamente ao revelar a terceira música do quarto álbum do trio, , programado para ser lançado em 23 de abril. Disponível desde ontem,...


    Após dois singles arrebatadores, Nada/Tudo e Pegando leve, o grupo paulistano O Terno volta a surpreender positivamente ao revelar a terceira música do quarto álbum do trio, , programado para ser lançado em 23 de abril. Disponível desde ontem, 16 de abril, o single Volta e meia apresenta apaixonante, mas inusual, canção de amor bem ao estilo peculiar do trio formado atualmente pelo compositor e guitarrista Tim Bernardes com Gabriel Basile (baixo) e Guilherme d'Almeida (bateria). O single Volta e meia também surpreende pelo fato de apresentar pela primeira vez O Terno em gravação autoral feita com convidados. No caso, Devendra Banhart – indie roqueiro norte-americano de vivência venezuelana – e Shintaro Sakamoto, artista japonês. Capa do single 'Volta e meia', do grupo O Terno Divulgação / Selo Risco Devendra, devoto da MPB tropicalista de Caetano Veloso, canta uma parte da música em espanhol. Já Sakamoto declama versos em japonês, língua natal desse artista da cena indie nipônica. Nem um nem outro convidado ofuscam o canto em bom português do vocalista Tim Bernardes, intérprete preciso ao dar voz aos meandros dessa canção de amor que desconhece fronteiras e gêneros musicais. Editoria de Arte / G1
    Pitty aciona no álbum 'Matriz' o 'motor' que Gal Costa religou no show 'A pele do futuro'

    Pitty aciona no álbum 'Matriz' o 'motor' que Gal Costa religou no show 'A pele do futuro'


    Veja a capa do disco em que, além de regravar a música da banda Maglore propagada por Gal, a roqueira baiana canta com BaianaSystem e Larissa Luz. Qualquer semelhança deve ser mesmo mera coincidência que causa estranhamento no mercado fonográfico...


    Veja a capa do disco em que, além de regravar a música da banda Maglore propagada por Gal, a roqueira baiana canta com BaianaSystem e Larissa Luz. Qualquer semelhança deve ser mesmo mera coincidência que causa estranhamento no mercado fonográfico brasileiro somente por ser inusitada. No álbum que Pitty lança em 26 de abril, Matriz, há duas regravações no repertório essencialmente inédito e autoral. Uma delas, mote da coincidência, é Motor, canção de espírito blues-rock composta por Teago Oliveira em 2012, lançada no ano seguinte pela banda Maglore no álbum Vamos pra rua (2013) e redimensionada na voz de Gal Costa no ano passado, num dos números mais sedutores do atual show da cantora, A pele do futuro (2018 / 2019), estreado em dezembro e ainda em turnê pelo Brasil. Motor, inclusive, é música acionada por Gal como segundo single da ainda inédita gravação ao vivo do show, feita em março. O single Motor tem lançamento previsto para junho. O estranhamento acontece somente por se tratar de música obscura que, em intervalo de menos de dois meses, ganha registros quase simultâneos de duas cantoras. A outra regravação de Matriz, quinto álbum solo de estúdio de Pitty, é a de Para o grande amor, música de autoria do compositor baiano Peu Souza (1977 – 2013) lançada em disco pela banda carioca Folks em 2015, dois anos após a morte precoce do autor aos breves 33 anos. Músico da cena roqueira de Salvador (BA) na década de 1990, Peu ganhou projeção nacional ao ocupar o posto de guitarrista da banda de Pitty nos anos 2000. Capa do álbum 'Matriz', de Pitty Otávio de Souza Com capa que expõe Pitty em foto de Otávio Souza e arte de Pedro Hansen, o álbum Matriz foi gravado entre as cidades de Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Salvador (BA). Com a intenção de dialogar com sons e artistas da cidade em que nasceu e na qual viveu até os 23 anos, Pitty convidou nomes soteropolitanos para participar do disco Matriz. A banda BaianaSystem toca em Roda. Lazzo Matumbi e Nancy Viegas figuram na faixa A noite inteira, já previamente lançada como single. O mesmo Lazzo Matumbi participa de Sol quadrado, música também gravada com a adesão de Larissa Luz. Fora do eixo baiano, Pupillo Oliveira toca percussão, bateria e programação em Redimir, faixa produzida pelo artista pernambucano. As demais faixas do álbum Matriz foram formatadas por Rafael Ramos, habitual produtor da discografia de Pitty. Editoria de Arte / G1
    'Falta enxergar negros em personagens onde estão sendo simplesmente pessoas', diz Mariana Nunes, de 'Carcereiros'

    'Falta enxergar negros em personagens onde estão sendo simplesmente pessoas', diz Mariana Nunes, de 'Carcereiros'


    Atriz fala ao G1 sobre segunda temporada da série da Globo e conta que sua personagem está 'mais forte, muito mais segura e conectada com seu próprio desejo'. Mariana Nunes em cena de "Carcereiros" com Rodrigo Lombardi Globo/Divulgação Mariana...


    Atriz fala ao G1 sobre segunda temporada da série da Globo e conta que sua personagem está 'mais forte, muito mais segura e conectada com seu próprio desejo'. Mariana Nunes em cena de "Carcereiros" com Rodrigo Lombardi Globo/Divulgação Mariana Nunes voltou para a televisão na pele da Janaína de “Carcereiros”. Na segunda temporada da série, a professora “estará mais forte, muito mais segura e conectada com seu próprio desejo”, explica ela ao G1. Na temporada anterior, Janaína havia sido traída pelo carcereiro Adriano (Rodrigo Lombardi), mas nos novos capítulos, verá o marido tentando retomar o casamento após se envolver com uma presidiária. “Na primeira temporada, ela está muito faltosa, desejosa, querendo uma coisa que ela não tem. E agora que ela está realizada, ela está muito mais tranquila. Porque ele tenta, mas não larga esse presídio. E não dá pra ele estar presente em casa, tão junto e em tempo tão integral." Mariana Nunes Globo/Gustavo Scatena Questionada se sente falta de ser convocadas para obras mais leves do que a série e outros filmes recentes (veja lista abaixo), Mariana aproveita para levantar a bandeira de uma de suas constantes lutas: a igualdade racial. “Ator e atriz gostam de trabalhar. E quanto mais complexidade nos trabalhos que a gente recebe, é melhor. Porque a gente gosta do babado”. “Por outro lado, acho que a gente está precisando abrir a cabeça de puxar a corda pra outra ponta. Porque, apesar de ser uma mulher negra, atriz, militante, que acha importantíssimo falar sobre essas coisas, eu também sou uma mulher normal, que tenho minha vida e meus dramas como toda mulher tem”. “Falta também enxergar atores negros em personagens onde eles estão sendo simplesmente pessoas, estão simplesmente existindo”. Racismo no set de filmagem Mariana Nunes conta que se viu militante quando foi para o mercado de trabalho. "Aí a gente vê como a coisa funciona, que num set de filmagem existe racismo, sim, e que as coisas são colocadas hierarquicamente - o que é legal -, mas muitas vezes as pessoas são desrespeitadas por serem mulheres, negras. É muito difícil que as pessoas sejam tratadas de uma forma igual." “Eu sou uma atriz que não sou muito famosa, então acontece de eu chegar e a equipe não me reconhecer e achar que sou uma figurante. E OK ser figurante, é um trabalho digno como qualquer outro, só que no caso eu não sou. O que faz essa pessoa achar que sou figurante e não sou atriz protagonista do filme? O nome disso é racismo." Mariana ainda comenta que os episódios de racismo vividos são diários: “Um olhar, uma palavra torta, são coisas pequenas, não é uma grande história”. “Claro que acontece também. Mas se eu falo, fica parecendo que racismo e só quando alguém vai e te xinga ou alguém te confunde e tal. Não! É cotidiano, de dia a dia, de falta de atenção ao outro”. Mariana Nunes e Rodrigo Lombardi em cena de "Carcereiros" Globo/Gustavo Scatena Abolicionista, cotista... “Carcereiros” não é o único projeto de Mariana para 2019. A atriz enumera e explica alguns filmes que já gravou, ainda sem data de lançamento: “Prisioneiro da liberdade”, de Jeferson De: “Conta a história do Luís Gama. É um filme de época, que a gente fez agora em janeiro em Paraty. Um filme importantíssimo. É a primeira vez que a gente fala desse herói brasileiro, um grande abolicionista. Faço a esposa dele”. “M8 - Quando a morte socorre a vida”, outro de Jeferson De: “Estou apaixonada pelo roteiro. Ele conta a história de um jovem estudante cotista de medicina, que na escola, começa a ter aula de anatomia e todos os cadáveres são homens negros. Começa daí o filme” “Um dia qualquer”, de Pedro Von Krüger: “Um filme que fala sobre milícia, trafico, no Rio de Janeiro. Faço uma mãe que perde o filho e passa 24 horas procurando esse menino. Ela é uma ex-traficante, agora evangélica convertida, mas acaba sendo convocada a ter uma postura mais radical por conta dessa morte do filho dela”.
    Gabriela Duarte estrela peça 'Perfume de Mulher' e fala das 'divergências políticas' com a mãe

    Gabriela Duarte estrela peça 'Perfume de Mulher' e fala das 'divergências políticas' com a mãe


    Ela vive mulher apaixonada na adaptação para o teatro do filme famoso com Al Pacino. 'As pessoas têm carência de espetáculos que emocionem e contem história', diz atriz ao G1. Gabriela Duarte fala ao G1 sobre a carreira Pode parecer que Gabriela...


    Ela vive mulher apaixonada na adaptação para o teatro do filme famoso com Al Pacino. 'As pessoas têm carência de espetáculos que emocionem e contem história', diz atriz ao G1. Gabriela Duarte fala ao G1 sobre a carreira Pode parecer que Gabriela Duarte teve uma vida tranquila: já nasceu com uma mãe estrela, seguiu a mesma profissão, ganhou um papel de destaque logo no início da carreira. E passou dois anos nos Estados Unidos entre cursos de atuação e afagos dos filhotes. Diante da constatação, ela ri na entrevista ao G1. Um pouco pela graça, outro por querer que fosse inteiramente verdade: "É engraçado as pessoas pensarem isso. Mas existe muita cobrança, uma necessidade de se provar e se superar. Eu quero conquistar um lugar que é meu. Mas as pessoas já têm uma referência e isso torna tudo mais difícil." Dando um tempo das novelas, ela está em cartaz no Teatro Renaissance, em São Paulo, com “Perfume de Mulher”, ao lado de Sílvio Guindane ("3%", "Simonal"). Gabriela Duarte estrela 'Perfume de Mulher' No filme homônimo com Al Pacino, a moça surge para dançar o famoso tango. A Sara de Gabriela não é inspirada na dançarina desta cena. Ela se parece mais com a do filme italiano, de 1974. "Na versão original, a mulher tem muito destaque. Ela teve uma importância grande na vida do personagem principal e faz parte do resgate dele." Pode parecer duvidoso uma personagem "salvadora" de um homem nos palcos de um mundo tão conectado ao poder e à individualidade da mulher. E Gabriela sabe disso. "Ela acredita muito no amor, tem tanta certeza de que aquele é o homem da vida dela que faz coisas questionáveis, principalmente hoje em dia com a figura da mulher que se impõe, né. Só que ali basicamente quem decide o futuro dessa história é o amor. E o amor nunca sai de moda." Gabriela Duarte Fabio Tito/G1 A peça fala de superação e esperança. Diante de um país tomado por assuntos polêmicos, ainda há espaço para falar de sentimentos? "Deveria ter sempre espaço para sentimentos bons, positivos, edificantes que possam construir e não destruir. São sentimentos nobres, a peça fala de amor, paixão, vontade de viver e não desistir. Se não existir espaço para esse tipo de sentimento, a gente pode começar a ficar preocupado." "Eu acho que as pessoas têm uma carência de espetáculos que emocionem, que contem uma história linear, não só uma peça que só faça rir e só conte esquetes. Acho que as pessoas sentem falta de acompanhar um enredo, sonhar junto." Política se discute? Uma passeada pelas redes sociais de Gabriela Duarte revela: ela não se leva por discussões, e também não é ativista de Instagram. Mas quando quer se manifestar, o faz sem pensar em opiniões discordantes. Mesmo que seja a da própria mãe. Gabriela Duarte e Regina Duarte Marcos Mazini/TV Globo Regina é uma das principais apoiadoras do atual governo. Gabriela se identifica com outro discurso: "A gente não aborda esse tipo de assunto, eu acho que cada um tem sua opinião, a opinião dela é totalmente diferente da minha, mas todo mundo se respeita e cada um segue sua vida.” "Não acho que, por ser família, a gente tem que concordar em tudo. Divergências políticas aconteceram em muitas famílias nessas eleições, ou sempre. Tem gente que não concorda nunca, isso não é uma obrigação, né? Acho que precisa ser entendido como uma coisa absolutamente individual e democrática." Garota de família Gabriela foi viver dois anos (2015-2017) nos Estados Unidos para estudar atuação, mas o que mais curtiu na experiência foi o tempo ao lado dos filhos, Manuela e Frederico, e do marido, Jairo Goldflus. "O mais importante foi ter vivido esses dois anos muito próxima a eles, a uma vida normal, desconhecida. Ficamos muito unidos." Initial plugin text Com espetáculos às sextas, sábados e domingos, ela tem a semana livre. As crianças comemoram. "O dia a dia do teatro é muito mais tranquilo, eles ficam mais felizes e eu os levo às vezes, já vou colocando na coxia." Por enquanto, não há novelas no horizonte. "A Julieta ('Orgulho e paixão') foi muito intensa. Acho muito importante usar esse período para me reconstruir como pessoa, como atriz. Mas o teatro está sempre me rondando, então talvez tenha alguma outra peça depois." 'Perfume de mulher' Quando: sexta às 21h30, sábado às 19h e às 21h30, e domingo às 18h Onde: Teatro Renaissance, Alameda Santos, 2233 - Jardins Ingressos: R$ 50 (meia-entrada) a R$ 100 (inteira)
    Anitta canta no álbum de Madonna um funk português lançado em 2018 na voz da cantora luso-brasileira Blaya

    Anitta canta no álbum de Madonna um funk português lançado em 2018 na voz da cantora luso-brasileira Blaya


    Está confirmado: Anitta figura mesmo no time de convidados do 14º álbum de estúdio de Madonna, Madame X, cujo primeiro single – Medellín (Madonna Ciccone, Mirwais Ahmadzai, Maluma Londono e Barrera), música gravada pela cantora...


    Está confirmado: Anitta figura mesmo no time de convidados do 14º álbum de estúdio de Madonna, Madame X, cujo primeiro single – Medellín (Madonna Ciccone, Mirwais Ahmadzai, Maluma Londono e Barrera), música gravada pela cantora norte-americana com o colombiano Maluma – tem lançamento programado para hoje, 17 de abril. Anitta não aparece na faixa Batuka (música incluída na tracklist do disco), como chegou a ser especulado, mas em um funk português intitulado Faz gostoso. O dueto da cantora carioca com Madonna acontece na 11ª faixa do disco produzido por Mirwais Ahmadzai. De autoria de Blaya, Mc Zuka, Tyoz, No Maka e Stego, a música Faz gostoso não é inédita, tendo sido lançada no ano passado no mercado fonográfico português. Trata-se de funk apresentado em março de 2018 na voz de Blaya, cantora, compositora e dançarina luso-brasileira, nascida em Fortaleza (CE) com o nome da Karla Rodrigues, mas criada em Portugal, país onde conquistou admiradores como Madonna. Para Anitta, estar nos créditos de um álbum de Madonna é passo importante para a expansão da carreira internacional da artista carioca, cujo quarto álbum de estúdio, Kisses, lançado em 5 de abril, é direcionado primordialmente ao mercado gringo. Afinal, uma aparição em disco de Madonna, nesse momento, vai ampliar consideravelmente a visibilidade da cantora e, consequentemente a do álbum Kisses, em todo o universo pop. Editoria de Arte / G1

    Criador do mangá 'Lupin III', cartunista Monkey Punch morre aos 81 anos


    As aventuras do ladrão de luvas brancas tornaram-se um sucesso internacional. O cartunista japonês de mangá Monkey Punch, conhecido por ser o criador das aventuras de Lupin III, morreu no último dia 11, aos 81 anos, por causa de uma pneumonia,...

    As aventuras do ladrão de luvas brancas tornaram-se um sucesso internacional. O cartunista japonês de mangá Monkey Punch, conhecido por ser o criador das aventuras de Lupin III, morreu no último dia 11, aos 81 anos, por causa de uma pneumonia, informou seu escritório de representação em comunicado divulgado nesta quarta-feira (17) em seu site. Monkey Punch, cujo nome real era Kazuhiko Kato, nasceu em 26 de maio de 1937, na cidade de Hamanaka, na ilha de Hokkaido, e é mundialmente conhecido pela sua série sobre Lupin III e sua gangue de ladrões, inspirado no clássico Arsenio (Arsène) Lupin, do escritor francês Maurice Leblanc (1864-1941). O japonês estreou como cartunista de mangá profissional em 1965 utilizando outro nome, com uma obra escrita enquanto estudava em uma escola técnica de eletricidade. O autor começou a publicar as aventuras de Lupin III em agosto de 1967 nas páginas da revista semanal "Weekly Shukan Action", da editora Futabasha, a mesma na qual Yoshito Usui (1958-2009) contou as travessuras de Crayon Shin-chan. As aventuras do ladrão de luvas brancas tornaram-se um sucesso internacional, e foram levadas à televisão e ao cinema em inúmeras ocasiões desde 1971, com a participação de renomadas figuras da animação como o diretor Hayao Miyazaki. Monkey Punch foi pioneiro no uso de computadores em sua criação, além de ter sido um dos fundadores da Associação de Mangá Digital do Japão (DMA, sigla em inglês), presidida por ele durante vários anos.
    Spoilers de 'Vingadores: Ultimato'? Diretores pedem que fãs não revelem final da saga

    Spoilers de 'Vingadores: Ultimato'? Diretores pedem que fãs não revelem final da saga


    'Quando assistirem a 'Ultimato' nas próximas semanas, por favor não estraguem para os outros, da mesma maneira que não gostariam que fosse feito com vocês', escreveram irmãos Russo. Robert Downey Jr. em cena de 'Vingadores:...


    'Quando assistirem a 'Ultimato' nas próximas semanas, por favor não estraguem para os outros, da mesma maneira que não gostariam que fosse feito com vocês', escreveram irmãos Russo. Robert Downey Jr. em cena de 'Vingadores: Ultimato' Divulgação Os diretores de "Vingadores: Ultimato" pediram nesta terça-feira (16) que fãs não estraguem o filme revelando partes da história, após relatos de que algumas cenas teriam vazado na internet. Initial plugin text Em uma carta aberta publicada no Twitter com a hashtag #DontSpoilTheEndgame (Não Estraguem o Ultimato, em tradução livre), Joe e Anthony Russo disseram que eles e o vasto elenco do lançamento de super-heróis da Marvel "trabalharam incansavelmente nos últimos três anos com a única intenção de entregar uma conclusão surpreendente e emocionalmente poderosa" para a saga. "Quando vocês assistirem a 'Ultimato' nas próximas semanas, por favor não estraguem para os outros, da mesma maneira que vocês não gostariam que fosse feito com vocês", acrescentaram os irmãos. "Vingadores: Ultimato", da Disney, marca a conclusão de uma história contada através de 22 filmes da Marvel. A trama tem sido envolta em sigilo, com nenhuma exibição prévia para jornalistas de entretenimento até o momento além de algumas cenas. A venda de ingressos antecipados para o filme superou no início de abril a do lançamento de 2015 "Star Wars - O Despertar da Força". Alguns fãs disseram nesta terça ter visto cenas curtas e granuladas no Reddit, YouTube e outras plataformas, mas as filmagens foram rapidamente removidas. A Reuters não viu as cenas vazadas e a Disney se recusou a comentar. A hashtag #DontSpoilTheEnding se tornou das maiores tendências do Twitter. Alguns fãs que disseram ter visto as cenas vazadas afirmaram que isso apenas aumentou sua ansiedade para o filme.
    Anitta grava clipe de 'Tu y Yo' em Búzios e diretor fala do cenário perfeito: 'clean, fresco e solar'

    Anitta grava clipe de 'Tu y Yo' em Búzios e diretor fala do cenário perfeito: 'clean, fresco e solar'


    Canção teve parceria do cantor jamaicano Chris Marshall. Álbum Kisses foi lançado em em 05 de abril com músicas em português, espanhol e inglês. Anitta lançou recentemente o seu novo álbum, Kisses, com dez músicas novas e, de quebra, dez...


    Canção teve parceria do cantor jamaicano Chris Marshall. Álbum Kisses foi lançado em em 05 de abril com músicas em português, espanhol e inglês. Anitta lançou recentemente o seu novo álbum, Kisses, com dez músicas novas e, de quebra, dez clipes, sendo um deles gravado em Armação dos Búzios, na Região dos Lagos do Rio, em parceria com o cantor jamaicano Chris Marshall. A Praia da Tartaruga foi cenário considerado perfeito para o clipe da música "Tu y Yo". E a escolha partiu da própria Anitta e do diretor do clipe, Bruno Ilogti, que conversou com o G1. "Escolhemos juntos uma locação que unisse todos os aspectos conceituais do clipe, e Búzios foi o lugar perfeito, pois tínhamos em mente algo clean, fresco e solar", disse Bruno. Initial plugin text Segundo Bruno, contou ao G1, a ideia do clipe foi trabalhar uma estética mais editorial que fosse um respiro visual junto da música que traz uma sensação de liberdade e 'good vibes'. "Búzios tem todas essas características, e combina perfeitamente com o mood (clima) da musica", afirma o diretor. Bruno já trabalhou com Anitta em outros projetos, mas segundo ele, este foi diferentes dos outros pois normalmente, usa mais conceitos construídos narrativamente e com mais referencias pop e o clipe de 'Tu y Yo", foi direcionado para um caminho mais rítmico, fresco e solar. "'Tu y Yo' traz uma estética diferenciada pela paleta de cores e texturas que dão uma sensação de leveza ao clipe que eu amei dirigir", afirma Bruno. Initial plugin text Kisses "Tu y Yo" faz parte do álbum Kisses lançado no último dia 5 de abril com canções em português, espanhol e inglês. O disco possuiu colaborações de grandes nomes da música nacional e internacional, como Ludmilla, Caetano Veloso, Snopp Dogg, Becky G e Prince Royce. Anitta gravou clipe da música 'Tu y Yo' em Armação dos Búzios, no RJ Clipe 'Tu Y Yo' /Reprodução YouTube Veja outras notícias da região no G1 Região dos Lagos. *Sob a supervisão de Ariane Marques.
    Primeira edição do Rio Montreux Jazz Festival chega à cidade em junho

    Primeira edição do Rio Montreux Jazz Festival chega à cidade em junho


    Versão carioca do tradicional evento suíço trará nomes como Steve Vai, Al Di Meola, Stanley Clark, Maria Rita, Yamandú Costa, Hamilton de Holanda, Roberto Frejat e Andreas Kisser. O diretor artístico do evento, Marco Mazzola, entre os...


    Versão carioca do tradicional evento suíço trará nomes como Steve Vai, Al Di Meola, Stanley Clark, Maria Rita, Yamandú Costa, Hamilton de Holanda, Roberto Frejat e Andreas Kisser. O diretor artístico do evento, Marco Mazzola, entre os organizadores Cláudio Romano e Gaetano Lops na apresentação do festival. Carlos Brito A vista do bucólico Lago Léman – também conhecido como Lago Genève –, na Suíça, é tão característica da pequena cidade de Montreux quanto o festival musical que leva seu nome desde 1967. No próximo mês de junho, no entanto, a mesma música vai atravessar o Oceano Atlântico em direção ao Rio de Janeiro, na primeira edição carioca do Montreux Jazz Festival. O Rio Montreux Jazz Festival vai ocupar, entre os dias 6 e 9 de junho, três palcos montados nos armazéns 2 e 3 do Pier Mauá, Zona Portuária da cidade. E apesar de trazer "Jazz" no nome, da mesma forma como sua matriz suíça, a versão carioca vai trazer uma grande variedade de estilos – basta olhar as atrações. Um dos maiores guitarristas do mundo, Steve Vai irá se apresentar no dia 6 de junho, dia de seu aniversário. Divulgação Já estão confirmados shows de Al Di Meola, um dos principais nomes da guitarra Jazz no mundo, do baixista Stanley Clarke e do guitar hero Steve Vai – que vai se apresentar na noite 6 de junho, data de seu aniversário. Reconhecido como um dos melhores guitarristas de jazz da história, Al Di Meola estará no evento. Divulgação Entre as atrações brasileiras, estarão a cantora Maria Rita – ela fará uma apresentação em memória pelos 25 anos da morte de Tom Jobim –, o violonista Yamandú Costa, Roberto Frejat, o bandolinista Hamilton de Holanda acompanhado pelo percussionista Paulinho Costa, Hermeto Pascoal, o guitarrista do Sepultura Andreas Kisser, em um show de heavy metal em formato acústico, entre outras atrações – veja a programação no fim do texto. Maria Rita fará uma homenagem a Tom Jobim. Alexandre Durão/G1 Os espaços no Píer Mauá foram batizados com nomes de três dos principais artistas da Música Popular Brasileira – Ary Barroso, Tom Jobim e Villa-Lobos. O local terá capacidade para receber até seis mil pessoas por dia e também haverá áreas de convivência com bares e food trucks. Guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser fará uma apresentação acústica de Heavy Metal. Rafael Mendes Além disso, outros cinco palcos serão montados em locais espalhados pela capital fluminense – estes, com atrações musicais gratuitas. “A realização deste festival é o reconhecimento da importância do Rio de Janeiro e do Brasil para o cenário da cultura mundial. Teremos os grandes nomes da música brasileira e internacional, junto com grandes promessas e novas descobertas”, afirmou um dos organizadores do evento, Gaetano Lops, durante a apresentação do festival, realizada na manhã desta terça-feira (16), no Museu de Arte do Rio, Praça Mauá. Na canção do Deep Purple Um dos produtores musicais mais representativos da música brasileira, Marcos Mazzola – responsável pela assinatura musical de alguns dos principais trabalhos de nomes como Milton Nascimento, Elis Regina, Raul Seixas e Ney Matogrosso – é o diretor artístico do festival. Responsável pela noite brasileira do evento suíço em 1978, ele explicou qual foi o critério para a definição das atrações. "Claro, queríamos artistas relevantes, mas que também estivessem dispostas a fazerem shows únicos. O que o público verá no Rio Montreux jazz Festival serão shows especiais, pensados com exclusividade para o evento e nada iguais aos que os músicos fazem em suas turnês próprias. Foi necessário um grande trabalho de convencimento para fazê-los entender e acolher essa proposta. Temos que entregar algo especial, diferente, como o evento exige. Afinal, Montreux é tão importante que uma parte da história deste festival está registrada em um dos maiores Rocks da história". Mazzola faz referência à "Smoke on the water", clássico do Deep Purple. Na canção, a banda descreve o dia em que a edição de 1971 do evento precisou ser interrompida depois que um incêndio – provocado por um homem que disparou uma pistola sinalizadora – destruiu o cassino onde o festival era realizado. Ao longo dos anos, Montreux recebeu alguns dos maiores nomes da história do Jazz e de outros gêneros da música, sobretudo a partir das décadas de 1970 e 1980, quando o festival se tornou bem mais eclético. Já pisaram no palco suíço artistas como Miles Davis, Nina Simone, James Brown, Ella Fitzgerald, The Weather Report, George Clinton and Parliament-Funkadelic, Wynton Marsalis, Stevie Ray Vaughan, Wayne Shorter, Elvis Costello, Marvin Gaye, Rory Gallagher, Leonard Cohen, Eric Clapton, Queen, Joe Cocker e Van Morrison. O bandolinista Hamilton de Holanda se apresentou ao lado da Orquestra de Câmara da Rocinha durante a apresentação do evento – ambos são atrações do festival. Carlos Brito "Montreux tem 25 mil habitantes. Há muito tempo queríamos trazer toda a energia que sentimos lá, durante o festival, para o Rio de Janeiro, um lugar muito maior. Conhecemos bem essa vocação que a cidade tem para grandes eventos e sabemos do impacto que atrações como esta podem gerar na economia local", finalizou outro responsável pelo evento, Cláudio Romano. Serviço: Rio Montreux Jazz Festival Datas: de 6 a 9 de junho. Locais: armazéns 2 e 3 do Píer Mauá – Zona Portuária do Rio – e mais cinco palcos espalhados pela cidade. Preços de ingressos e informações adicionais: https://riomontreuxjazzfestival.uhuu.com/ Palcos: Pier Mauá Palco Tom Jobim – capacidade de 780 pessoas sentadas (Armazém 2). Palco Villa-Lobos – capacidade de 3.500 pessoas em pé (Armazém 3) Palco Ary Barroso – localizado na varanda do Pier Demais regiões – Palcos gratuitos Palco Pixinguinha – localizado no Parque Madureira Palcos Montreux Urbano – em quatro diferentes pontos da cidade - ainda a serem definidos. Programação: 6 de junho – quinta-feira Palco ARY BARROSO 18h30 – Amaro Freitas 21h – Diego Figueiredo Palco TOM JOBIM 19h30 - Quarteto Jobim convida Maria Rita - “Chega de saudade: 25 anos sem Tom Jobim” 22h – Al Di Meola Acoustic Trio Palco VILLA-LOBOS 23h30 – Steve Vai Palco PIXINGUINHA (Horários a confirmar) Atração a confirmar Marcelo Caldi convida Gabriel Grossi - Homenagem a Luiz Gonzaga 7 de junho – sexta-feira Palco ARY BARROSO 18h30 – Choro na Rua 21h – Pedro Martins Trio Palco TOM JOBIM 19h30 - Yamandu Costa. Participação especial: Camerata Jovem do Rio de Janeiro 22h – The Stanley Clarke Band Palco VILLA-LOBOS 23h30 – Frejat convida Pitty e Zeca Baleiro Palco PIXINGUINHA (Horários a confirmar) Atração a confirmar Bianca Gismonti Trio convida Frank Colón - Homenagem a Egberto Gismonti 8 de junho – sábado Palco ARY BARROSO 18h30 – Ricardo Herz Trio 21h – Andreas Kisser and guests: “Instrumental Acoustic Metal” Palco TOM JOBIM 19h30 – Hamilton de Holanda convida Paulinho Costa 22h – Hermeto Pascoal Palco VILLA-LOBOS 23h30 – Atração Internacional a confirmar Palco PIXINGUINHA (Horários a confirmar) Atração a confirmar André Vasconcellos Quinteto 9 de junho – domingo Palco ARY BARROSO 18h30 – Allyrio de Mello 21h – A Guitarra e o Tambor Palco TOM JOBIM 19h30 – Carlos Malta e Pife Muderno 22h – John Scofield Combo 66 Palco VILLA-LOBOS 23h30 – Brasil Cuba: Ivan Lins, Chucho Valdés e Irakere Palco PIXINGUINHA (Horários a confirmar) Atração a confirmar Dani Spielmann e orquestra Gafieirando convidam Bebê Kramer - Homenagem a Paulo Moura
    Emicida lança single 'Vital' com música que compôs para a nova temporada de 'Malhação'

    Emicida lança single 'Vital' com música que compôs para a nova temporada de 'Malhação'


    A temporada 2019 da novela juvenil Malhação, intitulada Toda forma de amor, entra no ar no fim da tarde de hoje, 16 de abril de 2019, com duas músicas de Emicida na trilha sonora. Uma delas, Casa (Emicida, Xuxa Levy e Ogi, 2015), já é...


    A temporada 2019 da novela juvenil Malhação, intitulada Toda forma de amor, entra no ar no fim da tarde de hoje, 16 de abril de 2019, com duas músicas de Emicida na trilha sonora. Uma delas, Casa (Emicida, Xuxa Levy e Ogi, 2015), já é conhecida, tendo sido apresentada há quatro anos no segundo álbum do rapper paulistano, Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa (2015). A outra é a música inédita Vital, escrita por Emicida, com melodia criada por Marcio Arantes e Thiago Jamelão, especialmente para a trilha dessa nova temporada de Malhação, cuja trama aborda diversas formas de relacionamento afetivo e familiar. "O sangue é pro corpo o que o amor é pra uma família", sintetiza Emicida na letra de Vital, música que o artista edita hoje em single nas plataformas digitais em sincronia com a estreia da novela na TV Globo. Capa do single 'Vital', de Emicida Divulgação / Laboratório Fantasma Editoria de Arte / G1
    O primeiro dia da mulher sambista

    O primeiro dia da mulher sambista


    A cantora e compositora Dona Ivone Lara durante entrevista no Rio de Janeiro em maio de 1979 Rolando de Freitas/Estadão Conteúdo/Arquivo Comemorou-se no fim de semana, com destaque para 13 de abril, aniversário de Dona Ivone Lara, o Dia da Mulher...


    A cantora e compositora Dona Ivone Lara durante entrevista no Rio de Janeiro em maio de 1979 Rolando de Freitas/Estadão Conteúdo/Arquivo Comemorou-se no fim de semana, com destaque para 13 de abril, aniversário de Dona Ivone Lara, o Dia da Mulher Sambista. É uma nova data festiva no calendário da cidade, criada ano passado por vereadores que se aliam à causa do empoderamento feminino ao som de surdos e tamborins. Data festiva nunca é demais. O carioca, o brasileiro andam precisados de motivos para orgulhar-se de sua gente, tempo e lugar, nem que seja na música e no futebol. Dona Ivone Lara, que morreu ano passado, três dias depois de seu 96º aniversário, é bem o símbolo do papel da mulher no samba. Nem todos sabem que alguns dos melhores criações cantadas nas rodas da Serrinha tinham música e letra dela, assinadas com ou por outros. Naqueles tempos, anos 50 ou mesmo 60, moça distinta podia dançar, cantar, desfilar por seu Império Serrano, mas não fazer samba. E Dona Ivone Lara, enfermeira de profissão, sempre foi moça distinta. Mano Décio da Viola e Mestre Fuleiro, primo de Dona Ivone, estão entre os compositores que ganharam na quadra da escola, ou no disco, aplausos que deviam ser endereçados a ela. Até que, descoberta, sem perder a distinção, a moça teve a honra de fazer samba-enredo com o grande Silas de Oliveira e, a partir daí, ganhar o mundo como mulher sambista. A nova data, comemorada este ano pela primeira vez, é motivo para que se pense no papel que a mulher representa, não só no samba, mas em toda a música popular. E não só no Brasil, mas em toda parte. Mesmo nos países em que há registro de boas e famosas compositores (a França de Marguerite Monnot, o México de Consuelo Velásquez, a América de Kay Swift), são elas as exceções de uma regra segundo a qual a mulher só se destacava como intérprete. Na música clássica, menos ainda. Óperas escritas por mulher, quantas? Sinfonias, concertos, quantos? O talento feminino só se mostrava no canto dos sopranos e contraltos, ou nos dedos das admiráveis solistas de piano e violino. No Brasil, antes que o samba ganhasse status de “música nacional”, Chiquinha Gonzaga foi a exceção, a figura isolada, assim mesmo graças a uma personalidade forte, corajosa, pioneira, que a permitiu brilhar entre os homens, mas não tanto quanto, depois dela, Carmen Miranda, a intérprete. Parece haver uma espécie de queixa a ser superada – entre outras coisas, pela data a festejar – quanto ao papel secundário que a mulher sempre representou no samba, antes de Dona Ivone Lara entrar em cena. Até uma tese de mestrado se anuncia para discutir o assunto. Só não se deve esquecer que o espaço que o samba negou à mulher em mais de um século é o mesmo que, para dano da História, o mundo vem negando a mulher desde sempre.
    PlayStation 5? Próximo console da Sony, ainda sem nome, vai ter retrocompatibilidade

    PlayStation 5? Próximo console da Sony, ainda sem nome, vai ter retrocompatibilidade


    GPU com suporte a ray tracing e SSD estão entre as novidades. Provável PS5 deve ser lançado em 2020. Evento mostra versão especial do PS4 com 'Destiny', em 2014 Bruno Araujo/G1 Seis anos após lançar o PlayStation 4, a Sony finalmente divulgou...


    GPU com suporte a ray tracing e SSD estão entre as novidades. Provável PS5 deve ser lançado em 2020. Evento mostra versão especial do PS4 com 'Destiny', em 2014 Bruno Araujo/G1 Seis anos após lançar o PlayStation 4, a Sony finalmente divulgou detalhes do novo console, ainda sem nome. Em entrevista exclusiva para a revista "Wired", Mark Cerny, chefe de desenvolvimento, prometeu mudanças significativas: Retrocompatibilidade: O próximo console aceitará tanto mídia física quanto download de jogos e será compatível com alguns games do PS4 - inclusive com os que ainda serão lançados ao longo deste ano GPU com suporte a tecnologia ray tracing: renderização de gráficos 3D por computador, melhora a qualidade das imagens, com muito realismo e efeito de cinema SSD no lugar do disco rígido: tecnologia de armazenamento, em substituição ao disco rígido, que oferece rapidez Áudio 3D: com tecnologia de áudio 3D, os sons saem para diversas direções e se aproximam muito do som ambiente Nova CPU: baseada na terceira geração do chip AMD Resolução 8K
    Nação Zumbi é o país do rock em single com música inédita que integra o próximo álbum da banda

    Nação Zumbi é o país do rock em single com música inédita que integra o próximo álbum da banda


    'Melhor nem' também faz parte da trilha sonora da série de TV 'Carcereiros'. A Nação Zumbi é o país do rock. Essa é a sensação que fica já aos primeiros acordes da gravação de Melhor nem (Jorge Du Peixe, Dengue, Lúcio Maia e Pupillo) –...


    'Melhor nem' também faz parte da trilha sonora da série de TV 'Carcereiros'. A Nação Zumbi é o país do rock. Essa é a sensação que fica já aos primeiros acordes da gravação de Melhor nem (Jorge Du Peixe, Dengue, Lúcio Maia e Pupillo) – música inédita lançada hoje, 16 de abril de 2019, pela banda pernambucana – e que persiste ao longo dos quase três minutos de duração do single. Jorge Du Peixe (voz), Dengue (baixo), Lúcio Maia (guitarra), Pupillo (bateria), Toca Ogan (percussão), Da Lua, Marcos Matias e Tom Rocha (alfaias) enfatizam a batida do rock na gravação produzida pela própria Nação Zumbi, mixada por Daniel Ganjaman e masterizada por Homero Lotito. Melhor nem integra o repertório autoral do álbum de músicas inéditas que o grupo planeja lançar no segundo semestre deste ano de 2019 pelo selo Babel Sunset, por onde a banda editou há dois anos o último álbum, Radiola NZ Vol.1 (2017), primeiro disco de releituras da Nação Zumbi. O single Melhor nem está sendo lançado com antecedência porque a gravação integra a trilha sonora da segunda temporada da série Carcereiros, cuja estreia está programada para hoje na TV Globo. Editoria de Arte / G1
    'Game of Thrones' estreia temporada final com recorde de 17,4 milhões de espectadores nos EUA

    'Game of Thrones' estreia temporada final com recorde de 17,4 milhões de espectadores nos EUA


    Série superou o recorde anterior de 16,9 milhões de espectadores, atingida no último episódio da sétima temporada, há dois anos. Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) em 'Game of Thrones' Divulgação/HBO Cerca de 17,4 milhões de norte-americanos...


    Série superou o recorde anterior de 16,9 milhões de espectadores, atingida no último episódio da sétima temporada, há dois anos. Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) em 'Game of Thrones' Divulgação/HBO Cerca de 17,4 milhões de norte-americanos assistiram ao primeiro episódio da temporada final de “Game of Thrones”, um recorde de audiência para a série de fantasia medieval, informou o canal HBO nesta segunda-feira. 'Game of Thrones': perguntas e respostas Todas as 2995 mortes da série A HBO disse que a soma da audiência do canal de TV e dos espectadores nos aplicativos HBO GO e HBO NOW superou o recorde anterior da série, de 16,9 milhões de espectadores, atingida no último episódio da sétima temporada, há dois anos. Nas redes sociais, o episódio de domingo foi também o mais comentado no Twitter, com mais de 5 milhões de tuítes e 11 milhões de menções ao longo do fim de semana, disse a HBO em um comunicado. Todos os 10 principais tópicos do Twitter na noite de domingo foram sobre o episódio. ‘Game of Thrones’ ganha primeiro teaser de temporada final A série, ambientada no disputado reino ficcional de Westeros, começou em 2007 e se tornou o maior sucesso da HBO. A sétima temporada obteve uma média de 32,8 milhões de espectadores por episódio nos Estados Unidos em contagens posteriores e a HBO disse esperar que na temporada oito isso “cresça consideravelmente”. “Game of Thrones” está disponível em mais de 150 países, mas a HBO disse que dados de audiência não são fáceis de recuperar em muitos desses mercados, tornando impossível o cálculo de uma estimativa mundial. O último episódio de “Game of Thrones” será veiculado em 19 de maio.
    Rodrigo Lombardi cita rotina intensa em gravações de 'Carcereiros': 'Valeu por 3 novelas'

    Rodrigo Lombardi cita rotina intensa em gravações de 'Carcereiros': 'Valeu por 3 novelas'


    Ator, que fez 'dieta do sono' em primeira temporada, conta que não conseguia dormir durante as filmagens da segunda fase da série, com estreia marcada para esta terça-feira (16). Rodrigo Lombardi em cena de "Carcereiros" Globo/Ramón...


    Ator, que fez 'dieta do sono' em primeira temporada, conta que não conseguia dormir durante as filmagens da segunda fase da série, com estreia marcada para esta terça-feira (16). Rodrigo Lombardi em cena de "Carcereiros" Globo/Ramón Vasconcelos Rodrigo Lombardi não recomenda o ato como processo criativo, mas confessa que fez a “dieta do sono” para mergulhar no personagem Adriano durante a preparação para a primeira temporada de “Carcereiros”. Já para a segunda temporada, prevista para estrear na TV nesta terça-feira (16), Rodrigo até já sabia bem as características de Adriano e poderia dormir tranquilo, mas o sono não veio. “Eu estava longe da minha família, da minha mulher, do meu filho, num flat. Chegava pra dormir e saia pra trabalhar. Chegou uma hora que eu não conseguia mais dormir. Principalmente depois que a gente inverteu os horários e começamos a gravar as noturnas. Quando a gente fez essa mudança e depois voltamos para o dia, não consegui mais dormir." Rodrigo ainda deu detalhes sobre o intenso trabalho durante os três meses de gravações em São Paulo. “Em uma novela das 21h, a gente produz um capítulo de uma hora de arte por dia. Nesta série, a gente tem 27 minutos por dia. A novela passa todos os dias, a série uma vez por semana. A novela a gente grava um ano. Aqui, 12 semanas”. “Mas esse trabalho me valeu por três novelas. Porque na novela, você grava uma cena, toma uma água, dá um conselho pra um amigo, aí você descansa porque o amigo vai gravar a cena dele, vai mudar o cenário...". "Já em ‘Carcereiros’ eram 12 horas diária comigo em todas as cenas. Me senti na 2ª série, que tem que levantar a mão pra fazer xixi." Elenco de 'Carcereiros' se reúne para lançamento de segunda temporada da série Globo/Marcos Rosa LEIA MAIS: Rodrigo Lombardi conta por que trabalha tanto: 'Medo de virar mendigo' Parceria com Tony Tornado Durante o lançamento da segunda temporada de “Carcereiros”, Rodrigo recebeu muitos elogios do colega de trabalho Tony Tornado. O ator entregou que, quando soube da entrada de Rodrigo no projeto, ficou inseguro com o resultado. "Quando eu vi, eu falei: 'Vai ser difícil'. Ele é muito 'because I love you', fez muita novela e filme de amor. Como ele vai falar palavrão, dar porrada? Foi uma surpresa maravilhosa... Ele defendeu brilhantemente esse personagem”, diz Tony. A confissão não era novidade para Rodrigo. “Ele já havia me dito, virou até uma piada interna”, conta. O ator ainda fez um desabafo sobre o colega: “É um homem subutilizado. Ele tem tanto a mais pra dar do que um homem, negro, forte. É tanta sensibilidade dentro de uma pessoa só. É tanto amor que ele tem dentro dele. Unido, lógico, ao ódio pelas coisas que ele passou e ainda passa”. Menos presídio, mais vida pessoal A segunda temporada de “Carcereiros” mostra menos o ambiente do presídio e mais o lado pessoal dos personagens. “Essa mudança já vinha da ideia do roteiro mesmo porque o presídio é um personagem muito forte, mas a série é sobre carcereiros." "A gente mostrou ele inserido nesse contexto na primeira temporada, mas sentimos a necessidade de contar o dia a dia. A gente deu um pouco mais de luz na vida pessoal do Adriano." Rodrigo Lombardi em cena de "Carcereiros" Globo/Ramón Vasconcelos
    Marisa Monte tem revivida no disco 'Verão 90 2' a gravação que a projetou há 30 anos em outra novela

    Marisa Monte tem revivida no disco 'Verão 90 2' a gravação que a projetou há 30 anos em outra novela


    Maria Bethânia, Titãs, Skank e Tim Maia também estão no segundo volume da trilha. Cantora carioca estrategicamente lançada como a voz cult do Rio de Janeiro (RJ) por conta de concorridos shows feitos na cidade entre 1987 e 1988, Marisa Monte...


    Maria Bethânia, Titãs, Skank e Tim Maia também estão no segundo volume da trilha. Cantora carioca estrategicamente lançada como a voz cult do Rio de Janeiro (RJ) por conta de concorridos shows feitos na cidade entre 1987 e 1988, Marisa Monte ganhou fama e projeção nacional com a edição do primeiro álbum, MM, lançado em janeiro de 1989. A música que impulsionou as vendas do disco, Bem que se quis (E po' che fà) (Pino Danielle, 1982, em versão em português de Nelson Motta, 1989), foi propagada na trilha sonora da novela O salvador da pátria, exibida pela TV Globo de janeiro a agosto daquele ano de 1989. Passados 30 anos, Bem que se quis reaparece na trilha sonora da novela Verão 90, exibida pela emissora desde janeiro deste ano de 2019 no horário das 19h. A gravação original da versão em português da canção italiana integra o disco que traz as músicas do segundo volume da trilha sonora da novela cuja trama, iniciada nos anos 1980, é ambientada na década de 1990. Capa do disco 'Verão 90 2' traz imagens das atrizes Claudia Raia e Dira Paes Reprodução Além de Bem se quis, o disco Verão 90 2 traz fonogramas de Gilberto Gil, Maria Bethânia, Sandra de Sá, Skank, Tim Maia (1942 – 1988), Titãs e Ultraje a Rigor. Gil é ouvido em regravação de Esotérico, feita pelo cantor e compositor em 1982, oito anos após o lançamento da música pelo grupo Doces Bárbaros – integrado pelo próprio Gil – em 1976. Bethânia figura com a gravação de As canções que você fez para mim (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1966), faixa-título do álbum que lançou em 1993 com músicas do repertório de Roberto Carlos. Sandrá de Sá está no disco com a gravação original de Olhos coloridos (Macau, 1982). Já a banda Titãs tem reverberada no disco Verão 90 2 a gravação original de Flores (Charles Gavin, Paulo Miklos, Sergio Britto e Tony Bellotto, 1989), lançada há 30 anos, enquanto o Ultraje a Rigor reaparece com a música-título do primeiro álbum do grupo, Nós vamos invadir sua praia (Roger Moreira, 1985). Intérprete da música mais antiga da trilha, Tim Maia tem o vozeirão ecoado na gravação original de Você (1971), balada autoral de alma soul escolhida para ser o tema romântico do casal protagonista de Verão 90, João Guerreiro (Rafael Vitti) e Manu (Isabelle Drummond). Editoria de Arte / G1
    Vendas do livro 'O corcunda de Notre-Dame' disparam na França após incêndio em catedral

    Vendas do livro 'O corcunda de Notre-Dame' disparam na França após incêndio em catedral


    Romance de Victor Hugo lidera vendas em plataforma da Amazon nesta terça (16). Dois terços do teto do monumento histórico foram destruídos em incêndio que durou 12 horas. Combate ao incêndio na Catedral de Notre-Dame adentra a noite em...


    Romance de Victor Hugo lidera vendas em plataforma da Amazon nesta terça (16). Dois terços do teto do monumento histórico foram destruídos em incêndio que durou 12 horas. Combate ao incêndio na Catedral de Notre-Dame adentra a noite em Paris Thibault Camus/AP O romance de Victor Hugo "Nossa Senhora de Paris", mais conhecido como "O corcunda de Notre-Dame", lidera as vendas nesta terça-feira (16) na plataforma da Amazon França, após o incêndio que destruiu parcialmente a catedral de Notre-Dame, um dos símbolos de Paris. Dois terços do teto da catedral gótica e sua icônica flecha foram destruídos no incêndio que durou mais de 12 horas, colocando a França em estado de comoção nacional. Escrito em 1831, o romance de Victor Hugo foi adaptado para o cinema várias vezes, incluindo em uma animação da Disney, de 1996. A história se passa em 1482, sob o reinado de Luís XI. Cena de 'O corcunda de Notre Dame', animação de 1996 Divulgação Uma passagem do livro chamou a atenção das redes sociais nesta segunda (15), por coincidentemente se relacionar com o incêndio no monumento histórico: "Todos os olhares se dirigiam para a parte superior da catedral e era algo extraordinário o que viam: na parte mais elevada da última galeria, acima da rosácea central, uma grande chama subia entre os campanários com turbilhões de faíscas, uma grande chama revolta e furiosa." Em torno dos personagens Quasimodo e da cigana Esmeralda, Victor Hugo fez da catedral a verdadeira heroína do livro, com o objetivo de chamar a atenção sobre o estado de decrepitude do monumento. O sucesso da obra provocou um movimento entre moradores de Paris, que levou as autoridades a realizarem obras de reabilitação da catedral. Também após os atentados de Paris, em 13 de novembro de 2015, os franceses correram para comprar "Paris é uma festa", de Ernest Hemingway. Exemplares foram colocados entre flores e velas diante da fachada atingida por balas de um dos bares atacados por terroristas.
    Mariana Ximenes fala de personagem em 'Se eu fechar os olhos agora': 'Humor ácido'

    Mariana Ximenes fala de personagem em 'Se eu fechar os olhos agora': 'Humor ácido'


    Atriz explica nova produção da Globo que tem Antônio Fagundes, Murilo Benício, Débora Falabella, Gabriel Braga Nunes e Jonas Bloch. Estreia foi nesta segunda-feira (15). Mariana Ximenes em 'Se eu fechar os olhos agora' Globo/Mauricio...


    Atriz explica nova produção da Globo que tem Antônio Fagundes, Murilo Benício, Débora Falabella, Gabriel Braga Nunes e Jonas Bloch. Estreia foi nesta segunda-feira (15). Mariana Ximenes em 'Se eu fechar os olhos agora' Globo/Mauricio Fidalgo Mariana Ximenes gosta mesmo é de humor. E não resistiu à irreverência de Adalgisa, miss Distrito Federal na minissérie "Se eu fechar os olhos agora", que estreou nesta segunda-feira (15) na Globo. Fora do ar desde 2016, quando interpretou a viúva Tancinha em "Haja coração", ela volta à TV como uma das mulheres mais modernas da pequena São Miguel dos anos 1960. Vai causar na pacata cidade por usar calças, beber e ser dona das tiradas mais sagazes da produção. "É uma personagem absolutamente irreverente, cheia de humor ácido e inteligente, mas envolta em mistérios. Ela está a frente de seu tempo na forma como se expressa, se veste e toma as rédeas de suas escolhas e atitudes", conta a atriz ao G1. Cena de 'Se eu fechar os olhos agora' Divulgação/Globo Mas essa não é uma série de comédia: é um suspense em torno do assassinato de uma mulher e das relações pessoais obscuras na comunidade pequena. Com roteiro de Ricardo Linhares, inspirado na obra homônima de Edney Silvestre, e direção artística de Carlos Manga Jr, ela tem no elenco Antônio Fagundes, Murilo Benício, Débora Falabella, Gabriel Braga Nunes e Jonas Bloch, entre outros. Chamem Mariana para comédias A atriz já tem 20 anos de carreira. Mas para ela, a frase deveria ser escrita de outro jeito: "Adoro personagens instigantes e contar histórias diferentes. Adoro humor, admiro muito os humoristas e comediantes que nos levam para outros lugares. Adoraria fazer mais trabalhos na comédia." O próximo projeto no cinema é uma comédia romântica. "Estou filmando um novo longa, se chama 'Loucas' e acho que vai ter um caminho pra eu flertar com o humor por aí".
    Ivete Sangalo, Marília Mendonça e a onipresente bachata estão em 'O nosso amor venceu'

    Ivete Sangalo, Marília Mendonça e a onipresente bachata estão em 'O nosso amor venceu'


    Ritmo latino derivado do bolero domina a segunda parceria entre as cantoras. Avicii, BTS com Halsey, Ivete com Marília Mendonça: G1 Ouviu tem eletrônica e pop Ivete Sangalo e Marília Mendonça, duas das vozes mais graves e imponentes da música...


    Ritmo latino derivado do bolero domina a segunda parceria entre as cantoras. Avicii, BTS com Halsey, Ivete com Marília Mendonça: G1 Ouviu tem eletrônica e pop Ivete Sangalo e Marília Mendonça, duas das vozes mais graves e imponentes da música popular brasileira, estão juntas em “O nosso amor venceu”. Veja acima trecho de clipe e comentários. Quando você escuta já dá pra ensaiar uns passinhos de bolero por causa do arranjo puxado para a bachata, ritmo latino que virou queridinho do sertanejo. Para reconhecer a batida deste gênero derivado do bolero, é preciso prestar atenção na percussão marcada. Ela vem do bongô, instrumento com dois pequenos tambores unidos, e da güira, cilindro de metal que produz um som mais sutil. Segunda parceria A música é uma das 30 novidades do projeto "Live Experience", lançado por Ivete na semana passada. As duas já tinham cantado juntas, em 2017, no "Show da Virada". Dividiram o palco em "Zero a dez", de letra feliz e pueril. Ivete Sangalo e Marília Mendonça cantam juntas Divulgação Agora, Ivete investe mais na sofrência ao convidar Marília. Mas o tom sofrido da letra está em um patamar razoável, até porque a oração é forte e o casal acaba ficando junto no fim. A composição é de Ivete com Gigi, baixista e produtor da cantora. Para Ivete, ele escreveu canções mais mansas como "Não precisa mudar" (2007). Mas a maioria do repertório é agitado, com destaque para "Abalou" (2005), "Acelera Aê" (2010) e "Tempo de Alegria" (2013). Gigi volta à fase menos acelerada nesta "O nosso amor venceu", mas a sensação é de quase. O novo trabalho de Ivete tem outras candidatas a hits com mais potencial do que esta.
    Otto grava álbum de tom experimental com produção de Apollo 9 e Donatinho

    Otto grava álbum de tom experimental com produção de Apollo 9 e Donatinho


    Disco se chama 'Canicule' e tem repertório criado em aplicativo. Sétimo álbum de estúdio da carreira solo de Otto, Canicule está em processo de gravação com produção musical dividida entre Apollo 9 – piloto do aclamado primeiro disco solo...


    Disco se chama 'Canicule' e tem repertório criado em aplicativo. Sétimo álbum de estúdio da carreira solo de Otto, Canicule está em processo de gravação com produção musical dividida entre Apollo 9 – piloto do aclamado primeiro disco solo do cantor, compositor e percussionista pernambucano, Samba pra burro (1998) – e Donatinho. Canicule é palavra em francês, vinda do latim, que designa uma onda forte de calor com temperaturas excepcionalmente altas. No clima de Otto, o álbum Canicule começou a ser gestado em 2018, ano em que o artista experimentou registrar mais de 40 composições inéditas, tocando todos os instrumentos, através de aplicativo que permite a formatação de músicas como se o usuário estivesse em estúdio de gravação. Otto com os produtores do álbum 'Canicule', Donatinho (ao centro) e Apollo 9 (à direita) Reprodução / Facebook Otto Decupado o material gerado pelo aplicativo, Otto tem ido para o estúdio de Apollo 9, com a presença de Donatinho, para dar forma a Canicule, primeiro álbum do artista desde Ottomatopeia (2017), disco lançado há dois anos. Previsto para ser lançado no segundo semestre deste ano de 2019, Canicule é álbum concebido por Otto para ter tom experimental. Enquanto prepara o disco, Otto abre parceria com o DJ Marcelinho da Lua na música Fruta madura, gravada para álbum de Da Lua com direito a clipe promocional. Editoria de Arte / G1
    Repórteres presos da Reuters e fotógrafos em fronteira dos EUA vencem Pulitzer

    Repórteres presos da Reuters e fotógrafos em fronteira dos EUA vencem Pulitzer


    Jornalistas Kyaw Soe Oo e Wa Lone estão presos há 490 dias em Mianmar por seu papel na revelação dos assassinatos de 10 muçulmanos rohingyas. Os jornalistas da Reuters Kyaw Soe Oo e Wa Lone são escoltados pela polícia ao deixarem um tribunal...


    Jornalistas Kyaw Soe Oo e Wa Lone estão presos há 490 dias em Mianmar por seu papel na revelação dos assassinatos de 10 muçulmanos rohingyas. Os jornalistas da Reuters Kyaw Soe Oo e Wa Lone são escoltados pela polícia ao deixarem um tribunal em Yangon, Mianmar, em 20 de agosto de 2018 Reuters/Ann Wang/File Photo A agência Reuters venceu dois prêmios Pulitzer nesta segunda-feira (15), um de reportagem internacional pela investigação que revelou a execução de 10 muçulmanos rohingyas por camponeses budistas e forças de segurança de Mianmar, e outro relativo a fotografias de migrantes na fronteira dos Estados Unidos. Os prêmios marcam o segundo ano consecutivo em que a Reuters vence dois Pulitzers, o mais prestigioso prêmio do jornalismo nos EUA. Ao todo, a Reuters foi agraciada sete vezes desde 2008. Dois dos premiados neste ano estão presos há 490 dias em Mianmar por seu papel na revelação dos assassinatos. “Enquanto é gratificante ser reconhecido pelo trabalho, a atenção pública deve estar focada mais nas pessoas sobre as quais reportamos do que sobre nós: nesse caso, os rohingya e os migrantes da América Central”, disse o editor-chefe da Reuters, Stephen J. Adler. A Reuters e a Associated Press receberam prêmios de reportagem internacional. A participação da Reuters inclui uma reportagem que revelou a execução de 10 rohingyas por camponeses budistas e forças de segurança de Mianmar no vilarejo de Inn Din, no centro do conflito no Estado de Rakhine. Dois jovens repórteres da Reuters, Wa Lone e Kyaw Soe Oo, ambos cidadãos de Mianmar, encontraram uma cova coletiva repleta de ossos que saíam pela superfície. Eles então passaram a reunir depoimentos de executores, testemunhas e familiares das vítimas. A dupla obteve com aldeões três fotografias devastadoras: duas delas mostravam os 10 rohingyas ajoelhados; a terceira mostrava os corpos mutilados e baleados dos mesmos 10 homens na cova rasa. Antes que Wa Lone e Kyaw Soe Oo pudessem concluir sua investigação, ambos foram presos em dezembro de 2017 no que observadores internacionais têm criticado como um esforço de autoridades para impedir a reportagem. A matéria, “Massacre em Mianmar”, foi concluída pelos colegas Simon Lewis e Antoni Slodkowski e publicada em fevereiro passado. Em setembro, Wa Lone e Kyaw Soe Oo foram condenados a 7 anos de prisão por violarem a Lei de Segredos Oficiais do país. “Estou emocionado que Wa Lone e Kyaw Soe Oo e seus colegas tenham sido reconhecidos por sua cobertura corajosa e extraordinária, e por nossos fotojornalistas por suas imagens tocantes que mostram a humanidade enfrentando imensos obstáculos”, disse Adler. “Continuo profundamente perturbado, entretanto, por nossos repórteres Wa Lone e Kyaw Soe Oo ainda estarem atrás das grades.” Imagens da fronteira Na categoria de fotografia breaking news, 11 fotógrafos da Reuters, incluindo o brasileiro Ueslei Marcelino, que trabalharam no projeto “Na Trilha de Migrantes à América”, fizeram um pacote de imagens de imigrantes da América Central à fronteira dos EUA. Maria Meza, migrante de Honduras, carrega suas filhas gêmeas de cinco anos para escapar de gás lacrimogêneo em Tijuana, na fronteira entre México e Estados Unidos, em 25 de novembro de 2018 Reuters/Kim Kyung-hoon/File Photo Uma foto de Kim Kyung-Hoon mostrou migrantes fugindo de gás lacrimogêneo disparado por autoridades norte-americanas para o lado do México na fronteira San Diego-Tijuana. Na imagem, uma mãe carrega suas filhas gêmeas pelo braço, enquanto latas de gás soltam fumaça. Em outra foto, uma aérea, Mike Blake foi o primeiro a fotografar o centro de detenção de Tornillo, no Texas, onde crianças andavam enfileiradas, como prisioneiras. Goran Tomasevic fez uma imagem na cidade hondurenha de San Pedro Sula que mostra um galo andando ao lado do corpo de um membro assassinado de uma gangue. Tomasevic já havia sido finalista do Pulitzer por suas fotografias da guerra na Síria.
    Catedral de Notre-Dame no cinema: Relembre filmes com um dos símbolos de Paris

    Catedral de Notre-Dame no cinema: Relembre filmes com um dos símbolos de Paris


    Além das adaptações do clássico de Victor Hugo, templo já serviu de cenário para produções como 'Van Helsing' e 'Meia-noite em Paris'. Carla Bruni e Owen Wilson em cena de 'Meia-Noite em Paris', em frente à Catedral de...


    Além das adaptações do clássico de Victor Hugo, templo já serviu de cenário para produções como 'Van Helsing' e 'Meia-noite em Paris'. Carla Bruni e Owen Wilson em cena de 'Meia-Noite em Paris', em frente à Catedral de Notre-Dame Divulgação A catedral de Notre-Dame, um dos maiores símbolos de Paris atingida por um grande incêndio nesta segunda-feira (15), já serviu de cenários para inúmeros filmes. Os mais conhecidos são as diversas adaptações do livro de Victor Hugo, "O corcunda de Notre-Dame". Entre as mais de dez produções sobre a história, uma das mais conhecidas é a animação da Disney em 1996, que vai ganhar versão com atores. O templo serviu de cenário para uma batalha do filme "Van Helsing, o caçador de monstros" (2004), no qual o herói interpretado por Hugh Jackman ("Logan") enfrentava Mr. Hyde. Ethan Hawke e Julie Delpy em cena de 'Antes do pôr do Sol', falando sobre a catedral de Norte-Dame Reprodução Em "Antes do pôr do Sol" (2004), os personagens de Ethan Hawke ("Fé corrompida") e Julie Delpy ("O começo de um novo amor") falam sobre a catedral durante um passeio de barco. A atriz até fala que é preciso lembrar que "um dia a Notre-Dame não existirá mais". A construção ainda aparece como uma das aventuras de "A travessia" (2015), no qual o equilibrista francês Philippe Petit, interpretado por Joseph Gordon-Levitt ("Snowden: Herói ou Traidor "), atravessa suas duas torres sobre um cordão de aço. Além disso, a catedral ainda serviu como fundo para outros filmes, como "Meia-noite em Paris", "Missão: Impossível - Efeito Fallout" (2018) e "A invenção de Hugo Cabret" (2011). Joseph Gordon-Levitt atravessa a catedral de Notre-Dame em cena de 'A travessia' Reprodução Initial plugin text